sábado, 30 de abril de 2011






Quando as lembranças vem pela mente
ainda consigo ter controle, mas
quando por meio de alguma essência,
é algo físico, fica impregnado
e lembranças é inevitável,
é preciso ser sádico,
frio e engolir a esmo.

Mudanças (de mundos)


Existem algumas ideologias de pensamento positivo que estou pensando seriamente em descartar. Não por descrença, mas por deixar de lado o pensamento e por em ação a positividade, o "fazer valer". Decidi mudar os hábitos (quase todos) totalmente. Levantar mais cedo, criar um propósito, não diário, mas por um período; voltar a praticar algum esporte, que seja correr, me alimentar regularmente e estudar o básico ao menos. Criar uma espécie de mundo próprio, me por nele sem saber em que posição e deixar para avaliar isso no fim, se serei o dono da fantasia toda, ou vítima dessa ilusão. Criar situações momentâneas, que sejam capazes de impor as limitações como parte da história desse mundo, como fazia quando menor, quando não conseguia dormir e fingia estar em uma guerra, rodeava-me de travesseiros que eram a minha "base" e as cobertas que cobriam-me por inteiro a camuflagem, tinha de fazer silêncio para nao ser "descoberto", assim, no escuro, e me sentindo protegido por minha própria mente, adormecia. Os medos de agora, não são alucinações, nem somente o escuro, poderia ser assosciado a ele, pois tenho sim, o medo do desconhecido, que agora é real, são medos concretos, de resultados... a própria pressão interna e externa se igualam, e "ebuliciono" emoções. Nessa hora deve entrar em ação de novo, o "meu mundo", como se estivesse eu em uma missão, tivesse a rotina diária pela frente, o positivismo de tudo dar certo e a sensação de falta, a carência e a distância ser realmente precisa, como um castigo, ou talvez por consequência por eu estar em uma "missão" e precisar estar longe "meu lar". Esse será o meu mundo!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Conversa com uma tartaruga


- "Que saudade dela né?! Ela faz muita falta... é eu sei, eu sei que pra você também ela faz, mas então, se pra você já faz, imagina pra mim, consegue? Nunca mais te passei o perfume dela né?! É bom, eu sei, eu o adoro, mas se eu passar dará mais saudades... e ficar imaginando e tentando sentí-la ajuda, mas não muito e as vezes só piora. Ai ai. Vem cá vem, vou te cobrir, bem bonitinha e vamos acordar melhores."