Eu amo você, você sabe disso... as vezes mesmo que a gente saiba dos riscos que ainda corremos de não dar certo, a gente sabe que como probabilidade, é pequena a chance. Cada um tem seu destino sim, mas a gente tem todas as armas pra mudar do jeito q bem agradar cada por isso o livre arbítrio se existe a livre escolha de nessa vida fodê-la de vez e estragar de vez com o espírito pq não moldar pra ficarmos juntos? A mudança não estragaria, ao menos aos nossos olhos nossa consciência, tanto física quanto espiritual. se há o livre arbítrio pra se fazer escolhas ruins, que levam os seres a regredir temos o livre arbítrio pra lutarmos por nós eja isso uma progressão ou uma regressão. Se lá pra frente, tivermos a consciência de que não vamos mais nos ajudar a crescer em consciência, que basta pra nós, isso não vai vir pra um de nós, vai vir pros dois, vamos acabar tudo bem e continuaremos juntos, talvez não como agora... Você ainda vai ser minha pequena, mas eu sei que dará certo, e você vai ser minha pequena sim, só minha, e teremos os nossos pequenos e que vamos enjoar de ouvir Beethoven, vou ter de inventar historinhas todas as noites porque nao vou lembrar no outro dia da que contei antes, como meu pai fazia pra mim, e os nossos vão me corrigir porque irão saber a história melhor que eu. Quem sabe até as mesmas que eu ouvia, talvez, porque não, seria algo legal, e algo realmente que me marca muito de meu pai, assim como o time é claro que pode ser q não passe "hereditariamente", mas tentarei, queira você ou não. Iremos decorar, eu sei, todos os vídeos de desenhinhos que passaremos os fins de semana vendo, eu sei que sim. Eu sinto e sei que irei me emocionar quando te ver de branco vindo pra mim e talvez não precisemos dizer "até que a morte do amor nos separe" mas sim até que a morte porque eu quero que seja pra sempre, até esta vida ao menos. quem sabe, com uma boa consciência, eu insista em você em alguma outra. Não ousarei em pensar que não me apaixonaria novamente, noutra, porque vou te conhecer já, a tua real essência, cheia de defeitos mas tão cheia de você, de amor de felicidade, de mim. Eu te amo, queria você agora, te abraçar, te proteger ou ao menos sentir que estou. Queria poder te esquentar durante a noite, e te sussurrar palavras bonitas, te fazendo dormir. Namorados, eternos quem sabe. Assim como amigos, permanecemos, além de namorados, nossos melhores, creio. Quem sabe se casarmos, continuaremos cultivando a arte do namoro, cheio de paixão e algumas melosidades e amigos, de guardar segredos e rir, mas muito de alguma bizarrice. Regaremos nossas tardes de boas músicas, chá e cobertas, ao som da garoa lá fora. E quando o silêncio não bastar, os beijos se encarregarão de dar melodia ao resto do dia.
domingo, 12 de junho de 2011
Namorados
Eu amo você, você sabe disso... as vezes mesmo que a gente saiba dos riscos que ainda corremos de não dar certo, a gente sabe que como probabilidade, é pequena a chance. Cada um tem seu destino sim, mas a gente tem todas as armas pra mudar do jeito q bem agradar cada por isso o livre arbítrio se existe a livre escolha de nessa vida fodê-la de vez e estragar de vez com o espírito pq não moldar pra ficarmos juntos? A mudança não estragaria, ao menos aos nossos olhos nossa consciência, tanto física quanto espiritual. se há o livre arbítrio pra se fazer escolhas ruins, que levam os seres a regredir temos o livre arbítrio pra lutarmos por nós eja isso uma progressão ou uma regressão. Se lá pra frente, tivermos a consciência de que não vamos mais nos ajudar a crescer em consciência, que basta pra nós, isso não vai vir pra um de nós, vai vir pros dois, vamos acabar tudo bem e continuaremos juntos, talvez não como agora... Você ainda vai ser minha pequena, mas eu sei que dará certo, e você vai ser minha pequena sim, só minha, e teremos os nossos pequenos e que vamos enjoar de ouvir Beethoven, vou ter de inventar historinhas todas as noites porque nao vou lembrar no outro dia da que contei antes, como meu pai fazia pra mim, e os nossos vão me corrigir porque irão saber a história melhor que eu. Quem sabe até as mesmas que eu ouvia, talvez, porque não, seria algo legal, e algo realmente que me marca muito de meu pai, assim como o time é claro que pode ser q não passe "hereditariamente", mas tentarei, queira você ou não. Iremos decorar, eu sei, todos os vídeos de desenhinhos que passaremos os fins de semana vendo, eu sei que sim. Eu sinto e sei que irei me emocionar quando te ver de branco vindo pra mim e talvez não precisemos dizer "até que a morte do amor nos separe" mas sim até que a morte porque eu quero que seja pra sempre, até esta vida ao menos. quem sabe, com uma boa consciência, eu insista em você em alguma outra. Não ousarei em pensar que não me apaixonaria novamente, noutra, porque vou te conhecer já, a tua real essência, cheia de defeitos mas tão cheia de você, de amor de felicidade, de mim. Eu te amo, queria você agora, te abraçar, te proteger ou ao menos sentir que estou. Queria poder te esquentar durante a noite, e te sussurrar palavras bonitas, te fazendo dormir. Namorados, eternos quem sabe. Assim como amigos, permanecemos, além de namorados, nossos melhores, creio. Quem sabe se casarmos, continuaremos cultivando a arte do namoro, cheio de paixão e algumas melosidades e amigos, de guardar segredos e rir, mas muito de alguma bizarrice. Regaremos nossas tardes de boas músicas, chá e cobertas, ao som da garoa lá fora. E quando o silêncio não bastar, os beijos se encarregarão de dar melodia ao resto do dia.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Feliz Aniversário

Você é linda! Não gosto quando insiste em ser controversa aos elogios. Sei da dificuldade que tem de receber, por ter sido tratada como foi. Mas, fica a dica. A gente é diferente, você é, eu sou, sejamos então. Sei que tem muito de birra. De querer que eu ache outras maneiras de te elogiar e tirar aquele sorriso e aquele voo das borboletas que habitam o teu estomago. A minha vontade era de estar aí, ao teu lado. O friozinho que passa pelas partes destampadas me fazem lembrar você. Ao anoitecer, ao deitar-me, e passar um pé sobre o outro, me faz lembrar de você. Dos teus pés, nos meus, esfregando-se como quem pede apeladamente por calor. Você tem seu aniversário, como o meu, diferente. Talvez o primeiro de todos que eu tive em dezoito anos, aquele que me dei conta que sou "sozinho". De que começo a dar passos de gente grande. E você também, e sabe disso. É bom ter você, grande, como gente grande. Grande de cabeço, de espírito, de vida, de alegria, de você. Grande de você, lembra de quando você lutava pra ser assim? Grande de Saradjane, da essência? Eu lembro, eu já estava contigo. Nosso amor é regado a boas memórias não acha? Passamos a regá-lo de sonhos. Amor de boneca, de criança. Amor de, amor. A palavra fala por si. A solidão dói, e mesmo eu aqui rodeado por família, amigos, eu estou sozinho. Você sabe do teu potencial mais que ninguém, e não precisa de mim pra saber disso. Você estaria aonde está agora sim, sem eu. Sou consequência do teu salto de consciência, do teu salto de força de vontade, do teu grito de CHEGA! Pese, valeria mais a pena encontrar-se aqui com tuas amigas, ou estar tendo a oportunidade que está tendo? De nada valeria a distância se a recompensa, seja ela qual for, não fosse tão grande quanto ambos sabemos que é. E, se não fosse, não estaria largando tudo aqui pra ir passar pela mesma solidão. Você pode, você consegue. Eu sou mais você, e sempre vou ser, porque sempre vou acreditar em você, e no teu potencial. Feliz Aniversário!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Soldado do Amor
domingo, 8 de maio de 2011
Um amor

Um amor de anedotas, um amor assim fácil. Imprudente, sadio.
Um amor confiável de eras e beiras, de acertos e borrões. Um amor de novela.
Um amor daqueles que monta um enorme quebra-cabeças numa tarde ensolarada, não num dia chuvoso, porque é um amor em que o tempo não interfere nas vontades.
Um amor que faça o frio da madrugada, esquentar os pés e dividir a coberta.
Um amor que se faz por si só. Imperfeito, pois se perfeito seria desnecessário, pois nada se aprenderia com o outro, pois seria perfeito, inútil pois.
Um amor de histórias, de vontades não completas, de desejos.
Um amor viciante. Baseado nas condutas mais impróprias e próprias do amor.
Um amor clássico, de se abrir a porta do carro, de flores, de jantar a luz de velas.
Um amor de piquenique.
Um amor de risos e sorrisos, sinceros, como as gargalhadas de uma criança quando recebe cócegas na barriga.
Um amor quieto, pálido, simples. De olhares, ou não. Aqueles de borboletas no estômago.
Um amor que enche e preenche e basta!
Um amor... e só, e só.
zanga

Agimos tantas vezes de formas desnecessárias, de maneiras imprudentes, sem pensar. Deixamos com que a emoção tome conta do sistema nervoso e que os impulsos se sobressaiam sobre qualquer tipo de racionalidade. Aí vem o pecado. Palavras trocadas sem quaiquer tipo de carinho afeto e um egoísmo mútuo, de todos os lados. Aquilo tudo que é criado por inveja, mau-olhado, repulsão... por tantos e que não nos afeta, é propriamente criado no próprio vínculo afetivo, no próprio laço. Não que seja algo extraordinário, ou sinal de algo que está para vir, não. Isso acontece com todos, sem excessão, o erro de por a emoção à frente da razão. E isso é importante, agirmos com o coração e não só como seres racionais, lidar com o poder do sentimento é muito mais racional que o que é tido como certo. É horrível sentir-se longe, talvez tudo passe, espero, talvez fique por um tempo, espero que não muito.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
#1.2

Tantos meses se passaram desde aquela tarde de sábado.
Aquele pedido que tanto passava pela cabeça durante meses atrás, quando nem era tão notado assim. Aquele pedido que hoje é tido, muitas vezes, como "brega".
É, já conclui que sou brega, talvez de uma geração passada, que pensa sim, em abrir a porta, ou manda flores, num dia qualquer (ainda farei, aguarde...).
A mesma ansiedade, a mesma brisa, ainda passa por dentro de mim, arrepiando-me por inteiro, ao ter na mente, o calor daquele abraço e a lembrança do sincero sorriso seguido de um longo e suavo "sim".
As pálpebras encheram-se pois, de água, lágrimas no caso, que permaneceram ali, estancadas lutando pra não cair.
A chamada felicidade incandescente, que transmutara, ligeiramente o arrepio em calor, e sobre aos lábios que tocaram aqueles que por tanto foram sonhados e enfim, consumou-se o desejo de tê-la como minha namorada.
Assim como você sinto-me seguro, mas por saber como é um bom tempo de namoro, e que se não bem encaminhado, tudo vai por água a baixo, tem-se de cultivar algumas coisas básicas, e assim temos feito.
Feliz por saber reconhecer meus erros de antes e pensar bem antes e não mais cometê-los.
Fotos, lembranças, o parar, fechar os olhos e relembrar as cenas, me faz reviver sentimentos que me enchem de adrenalina e aquela incerteza gostosa misturada com ansiedade e desejos, vontades.
Que possamos ter no decorrer dos meses os risos não parem de aparecer a cada palavra de carinho trocada e que as bochechas aguentem a "dor" dos sorrisos constantes.
Que os olhos encham-se de brilho a cada roupinha ou foto de pequenos e que flutuem nossos pensamentos, juntos.
Que todo esse tempo esteja sendo especial e que prevaleça o pensamento de que independente do que já se passou, nunca nem chegou perto de ser o que tem sido e o quanto você me faz bem, meu bem.
Que felicidades foram compartilhadas, mas sinceras assim, não, não mesmo, morena. Parabéns e não esqueça, eu a amo, muito.
domingo, 1 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Mudanças (de mundos)

Existem algumas ideologias de pensamento positivo que estou pensando seriamente em descartar. Não por descrença, mas por deixar de lado o pensamento e por em ação a positividade, o "fazer valer". Decidi mudar os hábitos (quase todos) totalmente. Levantar mais cedo, criar um propósito, não diário, mas por um período; voltar a praticar algum esporte, que seja correr, me alimentar regularmente e estudar o básico ao menos. Criar uma espécie de mundo próprio, me por nele sem saber em que posição e deixar para avaliar isso no fim, se serei o dono da fantasia toda, ou vítima dessa ilusão. Criar situações momentâneas, que sejam capazes de impor as limitações como parte da história desse mundo, como fazia quando menor, quando não conseguia dormir e fingia estar em uma guerra, rodeava-me de travesseiros que eram a minha "base" e as cobertas que cobriam-me por inteiro a camuflagem, tinha de fazer silêncio para nao ser "descoberto", assim, no escuro, e me sentindo protegido por minha própria mente, adormecia. Os medos de agora, não são alucinações, nem somente o escuro, poderia ser assosciado a ele, pois tenho sim, o medo do desconhecido, que agora é real, são medos concretos, de resultados... a própria pressão interna e externa se igualam, e "ebuliciono" emoções. Nessa hora deve entrar em ação de novo, o "meu mundo", como se estivesse eu em uma missão, tivesse a rotina diária pela frente, o positivismo de tudo dar certo e a sensação de falta, a carência e a distância ser realmente precisa, como um castigo, ou talvez por consequência por eu estar em uma "missão" e precisar estar longe "meu lar". Esse será o meu mundo!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Conversa com uma tartaruga
- "Que saudade dela né?! Ela faz muita falta... é eu sei, eu sei que pra você também ela faz, mas então, se pra você já faz, imagina pra mim, consegue? Nunca mais te passei o perfume dela né?! É bom, eu sei, eu o adoro, mas se eu passar dará mais saudades... e ficar imaginando e tentando sentí-la ajuda, mas não muito e as vezes só piora. Ai ai. Vem cá vem, vou te cobrir, bem bonitinha e vamos acordar melhores."
terça-feira, 22 de março de 2011
Aniversário

Hoje, faço anos. Maioridade, os tão sonhados dezoito anos, que para muitos é uma idade se livrar de muita coisa, eu a vejo como mais um ano. Agora, claro, de mais responsabilidade, sou maior de idade, segundo a constituição, mas e segundo eu? Hoje, não foi um dia comum, porque é o meu ano novo, mas as coisas foram de um dia comum. Nada excepcional, mas a sensação de amadurecer foi um tanto nítida. Um amadurecer espiritual, pessoal. Talvez um dia ótimo pro prefixo "RE". Repensar, reajustar, relembrar, remarcar, rebuscar, reavaliar, reerguer, refoçar, reencontrar, reanimar. Reanimar pras coisas do cotidiano, reanimar a lutar e buscar objetivos. A sensação de anseio de deixar o colo dos pais se vê num reflexo aventureiro de independência. Hoje talvez pela primeira vez, me sentei e refleti sobre mim, como minha amada me receitou. Me avaliei, me submeti a uma sincera conversa com meu Eu superior. Claro que a abertura pra minha energia interior, antes feita, foi de suma importância e tenho muito a agradecer a quem a fez. Não fiz pedidos materiais, ao contrário, fiz outros pedidos, de tamanha grandeza pra mim. Não muitos, mesmo eles sendo tantos, mas poucos, porque sei que se esses poucos se concretizarem os outros vem como consequência. Não ganhei nada, mas ganhei muito, e isso me deixou mais que contente, me deixou firme, me deixou forte. A única coisa que pedi foi uma carta, daquela pela qual hoje sinto tanta falta, e ela veio, com ainda mais do que eu pensei. Vi então que realmente não importava se ganhei ou não presentes, pois os presentes apenas se renovaram, e isso me preencheu, e bastou. Confiança, força, amor, serenidade, luz, paciência, algumas das virtudes que me desejaram e que eu tanto quero buscar ter. São o caminho para concretizar o que tanto almejo. Irei lutar pelos sonhos, pelos meus, pelos nossos, trabalhando nesse hoje ao qual ganhei... de presente. Com dificuldades e barreiras, mas com essas, as tantas pessoas que estão ao lado e auxiliarão a passar por todas, sem excessão. Hei de manter-me forte, e lutando por força e coragem. Hei de ter discernimento suficiente e ter a consciência e sabedoria para absorver aquilo que a mim for proposto e exposto e a inteligência há de ser sã. Assim eu quero, e assim lutarei pra ser, ao Universo eu envio, os chamados de auxílio, para aquele que vem de mim, como o poderoso EU, e este há de se equilibrar na sintonia das luzes e transmitir a mim aquela que será a força renovada, de um ano novo, de um REcomeço, de um REnascimento. E assim, sei que se concretizar os planos presentes, regozijarei num futuro próximo, de tão maior amor e paz que recebi como oferenda de entes e amigos queridos, de pessoas amadas as quais fazem parte dessa minha vida momentânea, e que hão de se orgulhar de mim, quando verem que sim, eu cresci, de verdade. Ao meu amadurecer, a minha evolução... viva!
sábado, 12 de março de 2011
Fácil assim
eu ainda lembro que você sempre desviava o olhar sempre e quando eu desviava vc voltava a olhar..os meus querendo encontrar os teus, clamando pra que você os dominasse e vc fugia eu me entregaria inteiro ali, no meio de quaisquer rua se vc me bem olhasse e dissesse que "sim" independente de qual pergunta só um "sim" involuntário
pq a gente sabia o que seria perguntado se realmente passássemos pelo "medo" alguns segundos se olhando, só... e um "sim" e fim. Tudo teria se resumido em segundos... que transformariam anos. Pronto aí se aprende a converter segundos em anos.
quarta-feira, 9 de março de 2011
#12
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Prontamente só
Estamos juntos, mesmo distantes, precisamos tanto um quanto do outro, mas agora, precisamos ainda mais, ainda mais firmes, ainda mais fortes, ainda mais nós.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Sorriso

Bons tempos quando as conversas eram de indiretas, de ambas as partes e o coração saltava tanto quanto, se não mais que agora, ao perceber que você talvez sentiria o mesmo que eu. O teu sorriso já me bastava, não que agora não basta, mas é que agora eu tenho mais do que ele, e antes, ele era o motivo pelo qual eu ainda lutava por você, mesmo sem muita força, mesmo quase no chão algumas vezes, ele era a minha luz quando achava que estava tudo escuro.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
"Eu me preocupava bastante com o que queria ser quando crescesse
Quanto ganharia ou se me tornaria alguém importante
Às vezes as coisas que você mais quer, não acontecem
E às vezes, as coisas que jamais esperaria, acontecem.
[...]
Você encontra milhares de pessoas e nenhuma delas te toca
E então encontra uma pessoa e sua vida muda...
Para sempre"
[Love and other drugs]
domingo, 6 de fevereiro de 2011
#11
E no desenrolar dos dias, sentirei falta daquele lindo sorriso, das palavras dirigidas diretamente a mim com todo aquele amor suspirante que elas expressam. Aquele cheirinho da pele que encanta. Os trejeitos e as manhas, as caras e as bocas, as manias, os costumes. Tudo guardado em mim e permanecerá até quando tenha de se manter e se for pra ser esquecido, que seja com muito amor e carinho, ou seja, da mesma forma que ficou gravado... impregnado.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
No silêncio
Aquele silêncio mútuo e o pensamento longe, sem ao certo ser algo real. A imagem gravada em todos os órgãos vitais, a dominar todo o ser e a piedade clama por vitória, porque o amargor da solidão assusta. O coração já se exime da responsabilidade de ter de esbanjar o amor próprio para saciar a vontade de um outro amor, pois esse é suficiente. Doloroso seria ter de recomeçar, mesmo o recomeço sendo preciso e saudável, que seja um recomeço, mas não do começo, quem sabe do meio. Um recomeço de uma nova maneira de viver aquele sentimento, de certa forma, estúpido, que tanto preenche e tanto assusta, que trás consigo aquele perigo de ter como álibe a solidão que insiste em vir junto, mesmo não sendo tão bem vinda. E junto ainda, aquela que a solidão carrega, a saudade, que ousa em cutucar e penetrar no mais interior do ser e resgatar aquelas sensações já esquecidas, e como reação desse resgate de emoções vem o elemento responsável que escorre pela pele que antes encostava a dela e sentia o calor e que agora é o pouso das lágrimas, que trazem a tona aquele sentimentalismo emocional que já havia sido acalmado e que a flor da pele regozija o corpo físico, pois o emocional já estara abalado. E se faça ser o que tem de ser, pois aqui dentro ainda sou tão você.
Romeo And Juliet
"A love struck Romeo, sings the streets a serenade,
Laying everybody low, with a love song that he made
Finds a street light, steps out of the shade
Says something like, 'You and me babe, how about it?'
[...]
I can't do the talks, like they talk on the TV
And I can't do a love song, like the way it's meant to be
I can't do everything, but I'll do anything for you
I can't do anything 'cept be in love with you
And all I do is miss you and the way we used to be
All I do is keep the beat, and bad company
And all I do is kiss you, through the bars of a rhyme
Juliet I'd do the stars with you, anytime"
[...]
(Dire Straits - "Romeo and Juliet")
domingo, 16 de janeiro de 2011
E que seja tudo, coisa de uma noite ruim.
Não que seja a sobra, mas muito menos a parte boa. Talvez seja mesmo o tempo de levantar e seguir sozinho, sem depender de nada nem ninguém. Tenho muito receio, muito. De perdas, de queridos, e de mim mesmo. Medo de me perder. Não posso julgar se será ruim antecipadamente, mas o sentimento que me vem é só esse. Quem me dera saber se eu seria a mão que te ajudaria a atravessar algumas pedras num rio. As vezes algumas coisas vem com prazo. Como um contrato, ou um alimento perecível, com data de vencimento. Sei que ao caminhar pela rua, era o que me vinha, seria esse o meu prazo de validade. Não ultrapassar o limite, e o destino fazer o favor de interromper um ciclo por um tempo indeterminado. Já passou muita merda por essa cabeça hoje, muitas, absurdas, hilárias, e outras que ao mencionar me regressam à outras passagens. Nunca imaginei que uma coisa pudesse me fazer remoer tanto, por mais que a minha calma deitasse ao lado, quando só, me vem à tona. O que é um ser sem uma calma? Raivoso, impiedoso, quando não se tem uma, vai-se em busca da calma interior, que se não trabalhada, some por um tempo, é, não mostra as caras. A angústia por perceber o quanto se perdeu de uma fase tão boa da vida, por uma pessoa que te fez crescer sim, mas que ao mesmo tempo te estancou todo seu eu interior, que agora ainda é esbanjado descontroladamente. A sensação de desconforto por saber que tanto se perdeu por algo que hoje, se friamente analisado, de nada valeu. Apostava tanto que o futuro fosse me tampar o que o passado me tomou, mas agora parece que fui muito rápido. Algumas palavras se encaixam com os sentimentos que ora sinto estar sendo emitido de dentro de mim inconscientemente, e o fluxo nervoso envia uma mensagem de fim. Quem dera se eu fosse um ignorante, frio e seco, grosso e estúpido, e as vezes carinhoso, não teria conquistado o que conquistei, e me arrependeria, mas não teria derramado tanto de mim. Ainda há muito a ocorrer, muito a se pensar e se escorrer. Já não sinto mais o nariz gelado da porta de vidro, e isso me assusta, por sentir que não mais sentirei.
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