quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Há tempos


Eu vou tentar. Eu vou conseguir. Mudar o vocabulário? Não, essas palavras já fazem parte do meu, mas, não achei que teria que acrescentar um "sei que" entre a primeira e a segunda. Foi legal ouvir algo "a meu respeito" sobre o que virá, mesmo subentendido, aquilo me deixou intrigado, mas feliz. Só que, junto veio algo estranho, que não sei dizer o que, nem se é bom ou ruim. Os flashs do gênero, "tá agora, eu faço o que?", "acho que vou correr e dou uma passadinha", "vou ir e ficar na porta de vidro olhando enquanto fica vidrada no computador olhando fotos de bebezinhos". Não nego, me remoe. Vai ser "interessante" eu diria, vou aprender, a força, a me acostumar, a mudar a rotina, por inteira. Sentar e ver o que realmente vou fazer, me organizar. Já pensei em várias coisas, até só estudar estudar e estudar, mesmo sabendo que não vai dar certo. Já pensei em algumas coisas, que essas sim, eu vou fazer, vai ser como uma "terapia" pra mim, pra tudo enfim, paciência, ansiedade, angústia, saudade. Quero aproveitar tanto, que acabo sendo mais chato que o normal, mais carente, mais xarope, e é um erro eu sei, mas é porque eu sei que vou sentir falta, dos pés lindos, sim, do colo, das mãos, de você. Em meio a livros, apostilas, filmes, músicas, fotos, algumas bebidas talvez, virão as lembranças, repentinas, que eu sei que me baquearão. Talvez seja a hora de "amadurecer", parar com algumas brincadeiras, e ser um pouco mais sério, brincar, mas não tanto quanto fazia. Talvez seja essa a hora. Um novo desafio, mudanças, está na hora de eu também mudar. Espero que pra melhor. Tudo vai mudar, como numa metamorfose, uma evolução, reavaliar os erros, e aproveitar caminhos mais curtos. Pode ser fácil e eu que esteja complicando, mas mesmo fácil, é dolorido, sacrifícios, são difíceis, espero que valha mesmo a pena, e que no fim, eu sorria. Nem terminei o jardim, e já estão sendo mudadas algumas flores de lugar, você escolheu um lugar tão longe do que o ali das flores, aí, nem tem ainda, é só a terra, acho que entendi, é melhor eu me apressar, e começar a cuidar desse canto aí também, e encher de flores por aí. Aqui ainda é meio perigoso, com os rios de lágrimas a terra sede um pouco, e é arriscado num lugar assim, onde a pouco foi fechado, melhor eu me cuidar, pra eu mesmo não acabar caindo, você pode acabar não ouvindo se eu pedir por ajuda, melhor eu me cuidar, a verei em breve meu bem, assim eu espero.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

#9


Porque o meu cheiro, me lembra você!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Será instinto?


Lendo um livro que peguei emprestado, um trecho me chamou atenão, não só por estar sublinhado já, mas pelas palavras que continha.

"No entanto, o instinto do amor é tão forte, que você paga um preço muito alto para relacionar-se com os outros".

Me perguntei o que teria ela pensado sobre, e me perguntei o porque me havia chamado atenção. O meu preço, deve ser a dor, a que sinto quando percebo a injustiça, ou a predominância do egoísmo, até algumas vezes o meu próprio, quando tomo consciência de que eu estava errado. Mas seria certo eu tomar por isso, o sofrimento, certo não é sofrer pelos outros, mas seria esse o preço pelo instinto protetor do amor? Fico me perguntando se o preço do rebate seria a incompreensão, o desvalor, o desdém. Aquele "tudo bem" que desce como ácido, e corroe toda aquela dor que se adquiriu pelo instinto e a transforma em indignação e cala, silencia todo o eu. Tivesse eu esquecido também, assim não reagiria daquela forma, penso eu, e o descontentamento teria sido evitado. Pois não bastasse o instinto me falhar e me por contra eu mesmo, agora a intuição já não me faz parte, parece ter fugido, e no lugar dela entra de novo a dor, mas aquela apertada, de meio culpa, por não ter ajudado aquela a quem eu deveria e tenho como darma, e de meio contentamento, porque sei que não fiz por mal, e não era pra ter soado de tal forma, foi uma simples falha de comunicação e de compreensão, que infelizmente não pode ser alterada, pois a tecnologia não nos deixa passar aquilo que realmente queremos passar, seria tão mais fácil se tivesse me olhado nos olhos e visto aquilo tudo que eu queria transmitir pra você. Mas, infeliz daquele que não ama porque diz ser dor, mal sabe que a dor é instintiva e só vem por bel prazer, pois amor, é doação, é partilha, duas vidas num sentimento, saberá o que é isso quando não se ama? Não, nem o mais sábio dos ignorantes.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010










"Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito"






- ainda tenho os meus medos, sabe, as vezes eles até me arrepiam, não como você, e aí o medo, me dá mais medo, é estranho.

Quase lá


Hoje eu acordei feliz, mas com uma vazio. O dia de quarta-feira, dia decisivo pro meu time de coração, é o clima era de emoção e expectativa. Esta, cresceu, veio com tudo, nunca escondi que adoro, amo crianças, ainda mais as menores, bebezinhas, e as fotos me deixam com cara de bobo, ao som de um bom e velho Legião sentimentos vieram, estonteantes, não sabia se felizes ou tristes, mas vieram, e embalados por todo o clima de ansiedade e comoção. Com o passar dos minutos, fui sendo movido à culpa e caí na real, que podem ser os últimos dias. "O Sol é um só, mas quem sabe são duas manhãs", e quem sabe os mesmos, já que o sentimento é um só, "nada é fácil nada é certo". Não sei porque mas o doutor sempre me deixa bem, não que eu vá e deixe "algo" com ele, não, até porque não sinto ter estado carregado hoje, mas pela conversa, e ele me passa tranquilidade, não tinha nada, de doença, física, aparentemente, mas a conversa foi boa, é, ele é como um psicólogo mesmo, e o impressionante, é que o remédio caiu como uma luva com tudo o que eu falei, as paradas de injustiça, ansiedade e intolerância, dentre algumas outras. Alguns encontros que não esperava que fosse ver tão cedo e que hesitei por um momento como se não tivesse percebido e foi tão legal, nunca escondi que sempre gostei dela, até porque meus irmãos já passaram pelas tantas explicações dela, e é a mãe de um grande amigo. A graça do ar da noite me deixa bem, acho que deveria voltar a correr, ao entardecer, o engraçado é que as vezes a vontade e de ter alguém junto, as vezes é sozinho e fim. Essa sensação de uma meia guerra, meio algo, meio outro. Talvez a guerra seja boa, a forma mais rápida de higienização de pensamentos, no meu caso. Morre o que tem de morrer e deixa viver o que é forte e imbatível, talvez eu tivesse de investir mais nisso, mas e se eu não aguentar e o mais da metade de mim não valer, cair num buraco onde quem irá me tirar? Algumas perguntas intrigam, talvez seja essa a hora de encerrar por aqui, é assim mesmo, pela metade, aí a indecisão permanece, e se estabelece numa irregularidade, que ainda é o agora, mas não será por muito tempo, estou progredindo, estou chegando, meio longe, mas... quase lá.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


Existe muita semelhança entre nós e as borboletas, mas do que se imagina, sabia? Elas não só possuem vida, espírito, sentimentos, elas possuem significados, como nós. Elas podem estar dentro de nós, na barriga, muitas vezes, quando um sentimento aflora, ou no pensamento quando tudo se vai, e o pensamento voa. Nós nos transformamos, pela metaformose "borboletariana", quase que simultaneamente ao sentir as borboletas dentro de nosso corpo. Poderia ser assimilada a um sentimento, ou até mesmo tornar-se o símbolo dele, porque não a borboleta do amor, se este nos faz sentir como que se estivéssemos com borboletas por dentro, além de nos transformar por completo de forma a nos dar asas, e voarmos nos pensamentos, e sonhos... é, o amor é como uma borboleta, além de tudo isso, é lindo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Então vem e me abraça

Havia uma vez um senhor que me dizia que o amor era uma dose diária de felicidade, porém sem dosagem. Poderia ser ingerida em grandes ou pequenas quantidades, dependia do decorrer do dia. Hoje, pode-se dizer que tomei aos pouquinhos, a felicidade mostrou-se ausente em um bom trecho do dia, mas a dose única de felicidade que só eu tenho, fez voltar a sorrir aquele que acreditava que já havia amado. Besteira, amor é a sensação de estar com muita coisa dentro de si, mas não saber o que, apenas ter a certeza de que possui muita coisa pra compartilhar, com a incerteza do que oferecer em dado instante. Amor é amar a pessoa da forma que ela é, do jeito que ela é, sem impor condições, é o simples amar naturalmente, ambicionando absorver todas aquelas tantas qualidades. É sentir o abraço puro e perfeito encaixando-se como um quebra-cabeça, é ver nos olhos o verdadeiro sentimento se esbanjar no cair de uma lágrima, pois se elas caem, é porque já não lhe convém mais segurar pra si. Então vem e me abraça.

sábado, 6 de novembro de 2010

#9





Às vezes
no silêncio
da noite.
Eu fico
imaginando
nós dois.
Eu fico
ali sonhando
acordado.
Juntando
o antes,
o agora
e o depois.

sei lá o que deve ter aqui dentro, mas tem de monte


Amo tanto você... e não to falando da boca pra fora... é verdade. Nunca foi assim, é diferente. Acho que sinto as ditas borboletas quando te vejo principalmente quando ri pra mim... morro de ciúmes por dentro mesmo sabendo q é coisa desnecessária, besta,mas é aquele ciuminho de amor bobo. Ah como eu queria ter a certeza do amanhã e saber que a gente vai dividir o mesmo cobertor, que vou dividir meu guarda roupa contigo e ver minhas roupas no teu corpo. A realidade pode ser mais fácil que um sonho, mas o otimismo ainda é superado pela realidade, que é uma faixa e o veta.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O último andar

No último andar é mais bonito:
do último andar se vê o mar.
É lá que eu quero morar.

O último andar é muito longe:
custa-se muito a chegar.
Mas é lá que eu quero morar:

(...)

De lá se avista o mundo inteiro:
tudo parece perto, no ar.
É lá que eu quero morar:

no último andar.


(Cecilia Meireles)
O mistério das coisas? Sei lá o que é mistério!
O único mistério é haver quem pense no mistério.
Quem está ao Sol e fecha os olhos,
Começa a não saber o que é o Sol
E a pensar muitas coisas cheias de calor.
Mas abre os olhos e vê o Sol,
E já não pode pensar em nada,
Porque a luz do Sol vale mais que os pensamentos
De todos os filósofos e de todos os poetas.
A luz do Sol não sabe o que faz
E por isso não erra e é comum e boa.

(Alberto Caeiro)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

E como valeu.

Os fins justificam os meios. Típica frase que em certas ocasiões, falam por si só. Poderia definitivamente pô-la no meu vocabulário. Existem certas coisas para mim, que necessitam, parece-me, de que eu caia diante, para conseguir. Não é de uma só vez, mas de algumas. Aquele negócio do "faz de tudo por" e não dá em nada, tá, não é bem assim também, de não dar em nada, mas ainda me intriga o porque que os levados a fortíssimos candidatos a maus partidos sempre conseguem da maneira, senão mais fácil, menos dolorosa? De trocado por amigo e grande amigo a ponto de não arriscar amizade a mensageiro de "rival".

Evolução, seja o que for, acabou. Novamente, num "final feliz", mais feliz agora, porventura. Quando me vem algumas cenas, sinto raiva de mim mesmo, verdade. Como ser tão idiota a tal ponto de deixar ou fazer aquilo? Literalmente, o amor cega. Por mais grosseiro que pareça, me vêm a vontade, de se houvesse a oportunidade de retorno a ocasião, falar algumas coisas, mas vejo que, por mais doloroso, valeu a pena. Não que haja arrependimento, não, isso não, arrependimento de ter feito e ter conseguido, não, talvez tenha algo, mas por saber que poderia ter sido de outra forma, menos dolorosa - pra mim.

O ciúme uma vez doentiu, alimentado por insegurança e acima de tudo falta de confiança, dá lugar hoje - ainda bem - ao ciúme que sei lá, não sei classificar, mas que não é doentiu, apenas entristece por algum tempinho. Não nego, me incomodou ver, por mais que saiba que seja reparadora, que reparou tanto no indivíduo e que ainda pediu-me o porque perguntar então se seria pra ficar daquela maneira, sendo que apenas pedi para saber o motivo pelo qual ria. Sei que se do contra, não ficaria como disse, pouco... alguma coisa dentro a cutucaria e a deixaria entristecida, seja pelo mínimo de tempo. Mas como manter alguma tristeza, se ao toque suave da tua mão todo meu sistema sensorial se aguça e percebe a leveza que transmite sua alma apenas pelos teus dedos? Toda aquele sentimento de necessidade de colo ou carinho pela ausência seja do que for, ao encostar da cabeça sobre o ombro, diga-me que infame ser que mantém-se preso ao ciúme [não-classificado] e deixa de retribuir o subentendido pedido? Talvez isso seja um dos meus defeitos, muita demonstração de sentimentos, a demasiada sucessão de declarações que possibilitam a fácil irritabilidade, a vontade do sempre por perto, do sempre ali, do lado, de mãos dadas.

Me desesperava quando chegavas perto porque a adrenalina me subia e a euforia do eu ter de me conter, quase sumia, pois não queria me conter. Maldita euforia que não me deixava agir por impulso, sei que daria certo, eu sei. Era a mesma euforia que me continha ao ler os textos que mencionava-o e me impedia de dizer-lhe tudo o que eu tinha vontade. A mesma euforia que me fez conter a insana vontade de mandar a merda aquele que não lhe dava atenção e que me conteve de lhe dizer, "olha pra mim, tá me vendo?! Eu to aqui, do teu lado, querendo te fazer feliz, porque ele? Nem aqui ele está". Mas não, ao passar pelo esôfago, calmamente a euforia tomou conta e suavemente retornou a insana vontade de volta ao seu lugar, gerando apenas a expressão de desolamento, e com poucas, ou nenhuma palavra, virei-me, lembra?

Se bem me recordo, era a mesma euforia que conteve de fazer poucas e boas com o sujeito que lhe flertava, enquanto estávamos, pela primeira vez, juntos, e a mesma que me impediu de tirar satisfações contigo. Mas, a mesma que me fez achar você, que mesmo mentindo e se escondendo de mim, do lado de fora, sozinha, pensando se o que tinha feito era o certo ou não. Me senti um erro. "Desculpa por qualquer coisa", resume boa parte desse tempo. Mas, como o fim justifica os meios, concluo que para se alcançar tamanha grandiosidade, seja ela material, espiritual, física, ou sentimental, precisa-se de um grande sacrifício, mesmo sendo doloroso.

Até havia outra maneira, creio eu, de acabar assim, a "recompensa" seria a mesma, mas hoje eu não teria todos os méritos que tenho, de ter passado por tudo, engolido e vomitado o que tinha que ser dito, porque sei, que te conquistei, do meu jeito, como eu sou, sem máscara ou falsidade, apenas mostrando-te, que como no decorrer dos dias, era comigo, que iria rir, que era eu quem iria te fazer rir, que era eu, que te faria ver, o quanto você é mais você.

Me vanglorio, por saber que depois de tanto, eu me vejo em você também. Tem um pouco de mim no teu jeito. Por menor a quantidade que for, tem. E isso, não há dor ou aperto que me faça arrepender, de um dia ter feito por merecer, aquilo que hoje eu posso dizer, meu bem... eu amo você.

domingo, 24 de outubro de 2010

E agora, o amanhã cadê?

Já tinha me dado conta e pensado na possibilidade de não passar no vestibular, mas meu otimismo me cegava. Hoje quando a mãe me ligou e me disse, "se você passar vai morar longe", me toquei que se não passasse... Não que ame Curitiba, mas já havia me acostumado com a ideia de ser um residente de lá. Por diversos fatores, estudos, futuro, profissionalismo, namorada, enfim, seria como aquele pé na bunda e o gentil tapinha na nuca, como se algo dissesse, vai, agora caminha, você já é grande.
Não ter tudo prontinho, feitinho, ter que batalhar pelo que ter e "fazer por merecer", será difícil, lógico, mas já me preparava pra isso. Mas, não estou preparado pra reformular "toda uma vida" que pensei. Unversidade, trabalho, casa. Toda a comodidade de uma cidade pequena, para uma capital. Dá para se pirar se ficar martelando muito em cima disso.
Ao passo que, me vem essas coisas na cabeça, concomitantemente, me vem na ideia, a tranquilidade e serenidade de uma vida estruturada, equilibrada. Às vezes, lógico, é por se estar em ocasiões que lhe propiciam isso, mas é tão bom, que, deixo por vez, o otimismo me cegar novamente. Espero que as frestas dos raios possam passar pela nossa cortina, e ofuscar nossos olhos a ponto de rirmos por algo assim, tão simples, mas tão necessário, quanto a tua presença.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


O Brasil vive uma época decisiva, dois grandes brigam pelo poder do país, o PT, com a candidata do atual presidente, cheia das mais diversas desconfianças de toda uma população consideravelmente informada sobre o obscuro passado, e o PSDB, cujo candidato José Serra, não foge das desconfianças mas sem dúvida tem uma caminhada considerável na política. A dúvida seria se Serra implantaria no Brasil o mesmo "regime" do grande FHC, que reduziu estupidamente a dívida externa do país, a qual não veio sendo cuidada e hoje beira a casa dos 400 bi. Se isso, ótimo, mas em relação aos planos de privatização? Não é de se negar que a privatização trás melhorias e avanços porém é todo um capital nacional centralizando-se. Já o PT, criou, literalmente, sua candidata, que com um histórico ameaçador, após cirurgias e cirurgias a então candidata petista subiu ao palanque apenas soando o eco das palavras de Lula, sem quaisquer propostas diferentes das que estavam sendo implementadas. O Brasil, há décadas, aliás, desde sempre, foi corrupto, mas não tanto na cara dura como nos últimos anos, é algo intolerável. A verdade é que estamos talvez, como numa política café com leite, só que em vez de Minas e São Paulo, agora é PT e PSDB, FHC - Lula, agora seria a hora do PSDB? O Brasil espera ansioso, o último dia do décimo mês do ano está por vir, e o que mais se vê é candidato atacando o outro em vez de se preocupar no bem-estar de nós, brasileiros. Que quando eleito, não atacam-nos pelas costas, covardemente, com armas pagas por nós mesmos, cidadãos deste Brasil, que já começou errado, com uma independência sem quaisquer suor, ao simples e ridículo grito sob um jumento.


- Uma sala escura, uma mesa, jogava-se poker, via-se apenas os copos, era whiskey, e algumas mãos, que percebia-se que quem ali estava usavam paletós, um cassino. Havia também charutos, cigarros, a fumaça também fazia com que se percebesse isso, dava pra perceber levemente uma porta, de madeira, mas era a sensação de ter, não de ver.

- Agora, volte.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Utopia


- Era estranho, me via com o cabelo até curto, jogado, barba grande, mal feita, cigarros, whiskey (puro), alguns livros, uma sala escura com apenas a luz do céu nublado, algum andar acima do 10º, uma garoa fina. Um vídeo game, mais um vício e a janela, a qual a via cuidadosamente escondido - a paisana, entrar no prédio com aquele guarda-chuva. A ansiedade era o único sentimento que perdurava 24 horas, o amor as vezes vinha a se esconder. Nas poucas horas fora de casa, o trajeto era o mesmo, trabalho casa, passando pelos mesmos pontos, saindo com o mesmo pé e entrando com o mesmo, superstição?! Algumas pessoas diferentes, mas o mesmo floricultor, que me vendia a mesma dúzia de rosas, que não cessavam de preencher a mesa de jantar, que assim como eu, esperavam ansiosas a campainha tocar e aquele "oi" cativante tomar conta da acústica do apartamento imundo, antes que fossem recolhidas murchas ao fim da noite, e tomassem o mesmo rumo das demais.

[...]

- Bom dia amor, já fez a janta?

Tu és grande.


Há uns quatro anos atrás, vivia no clube, intercalava entre futebol e piscina e assim ia o dia inteiro praticamente. Nos últimos, praticamente um "preso em regime semi-aberto" pouco fiz disso, o que julgava ser, vejo hoje que não era tanto assim, explicação, é talvez regredindo se ache a verdadeira solução do por que. Agora me achei, era o que me faltava, o que precisava, algumas horas de alguns dias, todos os assuntos, confiança, felicidade, amor. Logo num ano assim, de decisões, que está na sua reta final. Quando paro e penso, faltam alguns meses e tudo isso se foi, o chão se abre. Todo o conforto, o carinho, o afeto dos pais, de amigos, a praticidade, o "algumas quadras", tudo, se vai. Mas é ao mesmo tempo tão longe, nada se tem visto, apartamento nem nada, apenas planos, algumas imaginações que não acrescentam nada e a incógnita de como vai ser, do que fazer, como fazer. A vida dá um susto e te aponta uma direção, vai de você continuar o caminho assustado, ou se acalmar e seguir o caminho tranquilo porém atento, tropeços sim, quedas não. A queda pode te gerar alguns hematomas e isso enfraqueceria, e é preciso ser forte, parecer forte, não se deixar abalar. Levanta, ergue a cabeça, tu és grande, rapaz.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010









Com aquele riso na imensidão, é o teu suspiro que me afoga e me faz perder os sentidos, aqueles mesmos que me fizeram chegar até você.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Um esforço.







Fazia algum tempo que não postava, o tempo já se esgotava antes mesmo de pensar em escrever algo. Mas confesso, me faltavam palavras vezenquando. Mas creio que voltarei a postar, quase ninguém vê também, mas nem ligo, não escrevo para os outros, escrevo pra mim. Então... é isso aí.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

talvez com começo, mas sem ...


"as nossas chaves abrirão a mesma porta" (Sara)

#7


Há quase oito meses vivia na ansiedade de "vê-la" descendo as escadas que trariam você até mim, hoje tento arrancar os degraus para que você não corra o risco de subi-los novamente. Eu sei que já tenho um espaço na tua história, tem um pouquinho de Jefe, dentro de você, talvez não o melhor de mim, mas um pouco da chatice.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

#6



"E você não sai do meu pensamento
E eu me questiono aqui se isso é normal."

domingo, 15 de agosto de 2010

sorriso.


Não lembro se vi, ouvi ou li, que quando se quer carinho, tem que dar, e em dobro. Dar sem querer ter de volta, sem querer receber, até porque muitas vezes não haverá retorno. Mas se dá, voluntariamente, pois é quando menos se espera, que se recebe. Não sei se pelo fato de ter sido ignorado sem perceber, e sem querer por mais de uma vez, que to infelizmente, começando a acostumar. Não que seja algo pra se acostumar, mas, tá, não digo que não ligo, porque ligo, e muito, mas passa depois de uns goles e risos. Ver-te a uns metros e ser olhado mas não visto, como um fulano de tal, e receber o sorrisinho que antes eu recebia, foi bom, mas dolorido em partes. Por momentos, não todos, queria o "beijinho", mas fiquei na ânsia de tê-lo. Fiquei bem. Sei que passo por isso todos os dias. Pois em todos, os quero, mas não os tenho, mas te vendo ali perto, me aguça mais. Ou ter que pedir licença pelo teu nome, porque não me via querendo passar, e nem reparou que o mencionei. Em volta de uma mesa de sinuca, a jogar poker, senti novamente a falta da presença, as respectivas ao lado dos seus, e eu nem um sussurro de "tongo". Mas me enchi de você, quando encontrei o teu olhar e te vi sorrir, mesmo sendo um fechado, senti que era realmente pra mim, Jeferson. É, e eu te conheço sim, o suficiente, ou pouco mais já. Teu sorriso, já não me mente mais.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

há momentos...


Há momentos para beijos, há momentos para abraços, há momentos para choros e risos, brigas e amassos, sonhos e saudades, há momentos para amar e ser amado. Há momentos que voltam, há momentos que nunca mais, há momentos tristes, há momentos felizes, há momentos marcantes e aqueles que teriam sido melhor se não tivessem ocorrido. Há momentos que não são aproveitados, e se deixa passar. Há momentos em que não se consegue falar e se prefere escrever, para se caso esquecer, entre as linhas ao menos, faltariam poucas coisas, do que olho no olho, onde as palavras somem. Há momentos que tenho vontade de acabar com tudo, por medo. Mas há momentos que a felicidade me toma e me consome, momentos esses, quando a tua imagem me vem, ou quando o brilho dos teus olhos ofuscam os meus, que tímidos, escondem as lágrimas que se formam. Há momentos que tem de ser aproveitados enquanto se tem a certeza de que existirão...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

É.


Alguns pensamentos afloram quando se chega em casa, o "tudo de novo", "rotina". Volto desses dias longe daqui, com um pensamento diferente. Alguns mudaram por realmente esses dias terem aquietado a ansiedade e a exaustão de até então. Outros vieram pelo visita e pelo bem-estar familiar. Outros ainda, com palavras ditas, escritas, lidas. Ver o mundo da maneira que se quer que seja. Ter o poder nas mãos. É, as palavras deste e de outros e-mails me fizeram ver o tanto que eu tenho ainda pra ajudar, aos outros e a mim. Ser mais otimista, pensamentos positivos, o querer e o poder, o lutar, tem de andar juntos. Se uma vez isso e aquilo eram sonhos, trabalhar para torná-los realidade. Por na cabeça que realmente consigo o que quero, o que almejo. Seja profissionalmente, seja pessoalmente, seja nos estudos, seja no amor, seja na vida. Chega de querer achar desculpas pra algo que não volta mais, começar a impor ao eu interior, que sou bem melhor do que o que me incomoda. Se as barreiras que foram criadas e não podem ser destruídas, sejam apenas obstáculos de uma prova de cem metros com barreiras, e que todas elas eu conseguirei pular e bater o record no tempo (ã? enfim...). Não é tarde coisa nenhuma pensar nisso tudo só agora, nesse início de segundo semestre, tarde seria se me tocasse de que deixei passar as oportunidades, e mesmo assim, não seria tarde, porque pra nada é tarde, tudo vem na sua hora certa. E a hora é agora. Começar a praticar, o "não deixe pra amanhã o que se pode fazer hoje". É as coisas estão com ares de mudança, espero que mude, e não passe de palavras, tenho esse receio, mas não posso pensar nele, pois estaria sendo pessimista, e essa palavra já não pode mais estar ao meu lado, que fique pra trás, bem pra trás. E que fique o bom, o que tem de ficar. A peneira, começa a chacoalhar.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

reflexão.


A saudade toca o lado esquerdo. Remoe as melhores lembranças como que numa nostalgia incontrolável, mas hei de ser forte suficiente a ponto de não me abalar, se ao fim o resultado não for o esperado, sem abalos, traços serão traçados e objetivados a serem cumpridos. Rever atitudes, conceitos, tratamentos, um pouco menos de exagero daqui e dali. Menos antíteses, mais escolhas e aos compromissos assumidos... responsabilidade, ainda mais do que a já depositada. Momento quem sabe para ser mais convicto numas coisas, abrir mão de outra. Pensar mais no eu, que na verdade não só o "eu", mas o nós. Quem sabe impor a mim mesmo, a deixar de lado, por mais difícil que seja, as preocupações com coisas que não adianta se preocupar, pois não mudarão, e até mesmo, algumas, não quero que mude. Mas "deixa ser, como será..." também não sei, espero que como da última vez, mas se não, paciência.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Hola amigos!

... em breve publico algo a vocês! ;D

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Hoje acordei querendo te beijar, ainda debaixo das cobertas peguei a pelúcia que me destes e a beijei, sentindo nela o teu perfume. Ah! Que vontade de tê-la ali, naquele momento, junto a mim. Naquela cama ainda quente, que serviria como um "ninho". Mas não, não voe meu amor, não se vá, não sem mim. Mas se tiver de ir, nada poderei fazer, senão torcer para que logo volte para meus braços e me aqueça de novo.

- Hmmm, vermelho?! (sorriso)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Meio.



Meio feliz, meio triste.
Meio calmo, meio nervoso.
Meio quente, meio frio.
Meio criança, meio adulto.
Um pouco disso e daquilo.
Que isso tudo que corre por mim permaneça sendo tudo, mas não muito, porque o tudo tem que permanecer sendo nada mais que o preciso.

"Que o nada continue sendo tudo, e que tudo não seja nada de mais. "


Já parou pra pensar, que quanto melhor está, algo te esfria? Otimismo, determinação, anseios. Quando muito, pouco. Talvez seja um dos meus tantos defeitos, mas é. Nem sempre a razão vem junto com o sentimento. As vezes ciclos a serem fechados, são fechados e fim. Não se pode querer optar por estar em todos. Frieza, sutileza, se acentuam num semblante "mascarado" que tenta por esconder a real sensação que não se pode de maneira alguma demonstrar, seria desincentivo próprio também. Não vale mais entender que quando a mão segura ela não solta mais, porque pode ser que a outra seja segura por outro, mais forte. Não é mais questão de apenas soltar-se. Seja qual for a maneira ou o que, a frieza ainda tomará conta quando necessitada, mas as mãos ainda estarão quentes, prontas a esquentar.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Quatro.

Ainda a mesma ansiedade, a mesma insanidade, o mesmo frio na barriga, com um pouco mais de amor, um pouco mais de carinho, um pouco mais de mim. Há momentos... há momentos...

#4

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Honrada e respeitada.

Hão de ser, hão de convir, que já não somos os mesmos. A nomenclatura revela que agora somos grafados, e ela acaba por fazer um ano. Um mísero ano se comparar com os de toda a amizade. Hão de concordar que o laço se estreita e se reforça e aperta. Já sufoca e já transpõe a nossa pele. Já penetrou pela epiderme e já transmuta pelos nossos vasos sanguíneos como um vírus. Já é indiscutível, a irmandade já vira uma espécie de máfia, ou gangue, ou tribo. Onde um é por todos e um irmão pega as dores do outro. O que antes era pra ser um grupo de amigos, agora é algo convicto e com ideais e já faz parte de cada um, quer queira, quer não.

Grafitada no peito, honrada e respeitada!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Maldita Droga


Sabe qual o problema de um viciado, ou de alguns? Que mesmo quando sem a droga, eles permanecem viciados, dependentes, e só deixam de ser, quando aceitam a ajuda de outra pessoa, ou quando se tratam. Pro meu caso, se um dia me faltar a droga, o tratamento se chama saudade. Vai ser a única forma de tentar esquecer aquela que fez da minha vida a pior, a pior das maneiras de se amar alguém, que me fez ter alucinações e me põe noutro mundo quando a uso. A pior maneira de se amar, porque o amor torna-se parte do vício, e a sensação de que se não usar mais, tudo acaba. Efeitos numerosos e hilários, que fazem rir e chorar ao mesmo tempo, de tristeza... e felicidade. Que me faz tampar a cara com os dedos, infelizmente, entreabertos, e não me deixam esquecer, ao menos sóbrio, do que um dia aconteceu. Maldita droga, de valor incalculável, em dosagem incerta, em quantidade ilimitada, e para uso único de um só dependente. Sorte? Sem contra-indicações, é totalmente indicada para se "usar" sem quaisquer restrições, porque o mais próximo que se chega de um estágio de quase término por overdose, é o de se chorar pelos tantos efeitos causados, e a sensação de bem estar e felicidade. De consistência leve, suave, macia. Com um sabor de invejar qualquer chocolate, e um olor no mínimo impregnante. Seus efeitos totalmente visíveis, podem acabar por entregar o usuário. Causa perda de sentidos, brilho nos olhos, cara de pinguim ou tartaruga dependendo o momento, e um simbólico sorriso que atenua-se com o passar do efeito. Causa bobice e infantilidade em certo grau, hiperatividade e ansiedade, dentre muitas outras. É com certeza uma droga "horrível", e altamente viciante, basta um único contato e é inevitável o vício. Adverte-se, nunca queira "usar" dessa, porque quem "usa" não larga mais.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Faça Hoje, Não Amanhã



Diz o preguiçoso: "Amanhã farei." Exclama o fraco: "Amanhã terei forças."Assevera o delinqüente: "Amanhã regenero-me." É imperioso reconhecer, porém, que a criatura,adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda,a noção real do tempo. Quem não aproveitaa bênção do dia vive distante da glória do século.

A alma sem coragem de avançar cem passos
não caminhará vinte mil.
O lavrador que perde a hora de semear
não consegue prever as conseqüências da procrastinação
do serviço a que se devota, porque,
entre uma hora e outra,
podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração.

Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida.
Contudo a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós.
Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos.

Se todas as aves possuem asas, nem todas
se ajustam à mesma tarefa nem planam no mesmo nível.
A andorinha voa na direção do clima primaveril,
mas o corvo, de modo geral, se consagra,
em qualquer tempo, aos detritos do chão.
Aquilo que o homem procura agora surpreenderá amanhã,
à frente dos olhos e em torno do coração.

Cuida, pois, de fazer, sem delonga,
quanto deve ser feito em benefício de tua própria felicidade,
porque o Amanhã será muito agradável
e benéfico somente para aquele que trabalha no bem,
que cresce no ideal superior
e que aperfeiçoa nas abençoadas horas de Hoje.

(Mensagem de Emmanuel psicografada por Chico Xavier)

domingo, 6 de junho de 2010

três.

você estava linda hoje.

domingo, 30 de maio de 2010

Mais ou menos.








Nem mais, pra não extrapolar, nem menos, pra não ser insuficiente. Mais ou menos.

terça-feira, 25 de maio de 2010

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"Sei que nunca fui perfeito mas com você eu posso ser" [...] "Se isso não é amor o que mais pode ser?"

domingo, 23 de maio de 2010

Vigésimo terceiro dia do quinto mês.

Parabéns meu amor!


Muitas felicidades pra você, que Deus a abençoe muito, que possa ter todos teus sonhos realizados e que nada a detenha e nem atrapalhe o caminho trilhado para teus objetivos, que todas as barreiras chegam vistas como, simples barreiras, pequenas, diante da tua coragem e determinação. Que tenhas força pra manter-se em pé sempre, porque muitos ainda precisarão do teu ombro pra se apoiar e você tem que de estar forte, não apenas se sentir. Que você tenha além de tudo isso, um bom companheiro, que te ajude a ficar forte, e jamais desista de ti, no que for, porque você é capaz, você é capaz de qualquer coisa, basta querer. Espero ser eu este companheiro, espero mesmo, poder passar outros vários aniversários, sejam eles com festas, zoeiras, sejam eles calmos, num dia chuvoso, debaixo das cobertas, ouvindo uma música baixinha ou assistindo algum filme. Nunca imaginei querer ser uma praga, mas é, eu espero que seja, não só uma praga pra namorado, mas pra marido, quem sabe. Que seja sim um dia de renascimento, um renascimento, em que renovada, traga só o bom, dos outros anos, que tudo que estava cheio, seja penerado, e revisto, e que o que realmente irá usar daqui pra frente seja levado consigo. Um renascimento não só de sentimentos e lembranças mas de quem sabe, hábitos, atitudes, mudar isso ou aquilo. Por mais que viva numa constante mudança dentro de si, dentro do seu quarto, mudar não o ambiente, mas algumas atitudes que essas irão mudar o ambiente. Quem sabe trocar a posição de algumas pelúcias, ou colocar outra entre as que já estão. Revirar o guarda-roupa, e usar aquela peça que não usa a tanto tempo. Usar sem pensar no que os outros vão pensar, mas pra você sentir que é algo diferente do que costuma fazer. O "novo" tende a satisfazer certas coisas, a mudar o ambiente, pois você acaba por se sentir diferente do que costuma. Hoje é o teu dia não se pode temer ele, por mais que seja involuntário, só tem de se ocupar, e curtí-lo, pois querendo ou não, amanhã estará pensando, que em certo momento de hoje, deixou de fazer alguma coisa que se arrependerá, e sentirá falta deste dia, e restarão só fotos, vídeos, e as lembranças de que realmente, não é um dia qualquer, que deve ser compartilhado, pois foi o dia em que nasceu alguém importante pra muitos, e que se torna ainda mais importante pra muitos, a cada dia. Você é importante pra mim, porque é um pouco da minha felicidade. E que continue sendo. Esse medo que temos, que ambos sabemos qual é, creio que nunca o tivemos tão intenso assim, já o tivemos, mas não assim. Pode ser pela idade, dezessete, fim do segundo ciclo, conturbações, ou seja o que for, ambos estamos assim e precisamos um do apoio do outro. Sei lá se a questão de eu ter coragem e determinação é verdade, mas foi o que a cartinha hoje disse também, que eu era determinado. Se precisar, te carrego no colo, ou simplesmente a espero se quiser descansar, ou a levanto ou a apóio para não cair, só uma coisa é certa, não a deixarei pra trás. Quando sentir que estamos nos afastando e mesmo com as mãos esticadas, nos tocamos apenas pelas pontas dos dedos, que sinta no toque, todo o amor que eu tenho pra lhe dar, e na minha feição verá provavelmente, a dor de sentir você tão longe. Se quem estiver nos puxando pra caminhos diferente, for o "destino" e mais algum dos seus auxiliares, não teremos o que fazer, a não ser implorar para que se afastados possamos nos encontrar no próximo passo da dança, numa viradinha de um giro, ou quem sabe que apenas sejamos puxados pra longe pra voltarmos correndo e formarmos o par de novo, e continuarmos a dança. O bom seria, se a coreografia exigisse apenas o ritmo, dos nossos corações, por mais que fortes e rápidos, mansos, e que fosse alguma coreografia lenta e sedutora, como num tango em câmera lenta. Que sempre que a tirar pra dançar esteja disposta e esperançosa para que acertemos os difíceis passos, daquele dia. Tomara que possamos nós dizer qual a música, e nós coordenarmos os passos, pois se aconteceu não foi por acaso. E que o cheiro do seu perfume fique impregnado na blusa novamente, na que vesti de novo, e que não tenho vontade alguma de tirar. O vazio no peito demorará a passar, alguns dias, creio eu, mas que quando preenchido seja de todo o coração. Que eu consiga enxergar o seu sorriso mais vezes, que possas rir mais vezes, ficar com cara de boba mais vezes. Que possa chorar mais vezes, e mais vezes por felicidades, e menos vezes por tristezas e receios. Que por mais vezes eu possa sentir menos medo, que por menos vezes eu precise sentir tua falta, porque você estará ao lado já. Que por mais vezes, eu a ame mais, eu me apaixone mais, eu me encante mais. Que por menos vezes, a gente não se entenda, bom não sei que outras coisas ruins a gente tem, espero que mais nada mesmo. Então que por mais vezes, eu não encontre nada para dizer em menos vezes pra gente, que tudo seja por mais vezes. Que por mais vezes, você aniversarie, e se sinta feliz, alegre, determinada, forte, convicta. Que por mais vezes, você possa parar e pensar que foi um "feliz aniversário" e que possa sentir que realmente você gosta sim desta data, pois esta passa a ser especial pra mim também agora. Portanto, "renasça", mas não das cinzas, mas de dentro de ti mesmo, pois é de dentro de ti, que as coisas boas vêm e de dentro de ti que elas fluem. É dentro de ti que eu deposito todo o meu amor, e que guardas o teu para comigo. Enfim, o dia de hoje é o seu dia, e não o desperdice dormindo, pois num amanhã se arrependerá, pois perdeu a dança, e eu fiquei sem par também, e acabei que por indo dormir, aí não sei se juntos ou separados... fica em haver.

Eu te amo muito.

Feliz Aniversário!!!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

?


"[...] O pensamento é subversivo e revolucionário, destrutivo e terrível; o pensamento é impiedoso com o privilégio, com as instituições estabelecidas e os hábitos cômodos; [...] O pensamento olha para as profundezas do inferno e não se amedronta [...] O pensamento é grandioso, ágil e livre, a luz do mundo e a principal glória do homem." (Bertrand Russel)

domingo, 9 de maio de 2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Light Up


Calma, suave, meio rouca, porém charmosa. Não sei o porque de se caracterizar uma voz, mas hoje esta voz encheu-me de tudo que precisava em um minuto e quatro segundos. Nenhuma palavra além do básico, a não ser uma declaração que exige ser desvendada pelo tom baixo a qual foi aplicada. Foi um sentimento parecido com o ar quando o inalamos, enche-nos por dentro por um tempo que quase sufoca, tamanha a proporção que alcançou. Mas que quando perdemos o fôlego expiramos repentinamente, mas um pouco do ar ficou, como a música da voz, nas palavras ditas. Algo mudou, não sei se para o bem de todos, ou o que, mas mudou. Acho que é a fase de eu seguir o que foi tido pra mim neste mês, quem sabe segurar um pouco mais as emoções e esperar por declarações, seja de quem for, mãe, pai, amigo, namorada. Quem sabe não é o momento em que eu tenha que mudar pra realmente visar algo concreto, ter ideais e fazê-los passar de sonhos para atitudes e obras começadas. Quem sabe mudar a postura, não deixar de brincar, não, mas quem sabe julgar mais o momento, quando propício ou não. Não será a hora de passar de uma criança grande, pra alguém mais maduro e sério? Compromissos, responsabilidades, verdadeiros pesos postos nas costas para levar e tentar levar o mais longe possível da melhor maneira possível. Não que sejam de importância suprema, mas tem sua importância e modestia parte, nada pouca. As vezes é difícil, dá-se a vontade de desistir, largar isso e aquilo, mas ai vem a voz, e diz três palavras, ou simplesmente vem e não diz nada, a voz diz o silêncio, e me acalma e me afaga e me amansa. Aí revejo tudo, por mais que não seja o que ela queria ter provocado em mim, é o que também causa. Penso que se a responsabilidade caiu sobre mim, não foi por acaso, foi por algum motivo, ou por eu ser apto e capaz de exercer o que a mim foi concedido. Encho-me dos sentimentos que mais dizem que tenho, por mais que muitas vezes me faltam, alegria e coragem, ergo a cabeça e sigo, titubeando pelo caminho obscuro, sem enxergar direito, mas seguindo, por instinto? É, pode ser que seja. Talvez o mesmo instinto que me faz levantar todo dia pra prosseguir durante os cinco dias úteis a mesma rotina, o instinto de "sobrevivência", de aspiração por um objetivo. Talvez também o mesmo instinto que vem me fazendo ouvir a mesma música repetidas vezes, apenas pelo fato dela lembrar-me de ti. O instinto de um antropofágico que queira tirar do homem aquilo que ele tem de bom, tirar de mim o que eu realmente tenho de bom e o que posso oferecer aos que habitam o meu redor sem medo e incerteza de que isso pode ser benéfico ou não. Quem sabe eu use esse instinto pra passar o domingo apenas sentado ao lado de minha querida mãe, recebendo e dando carinho, fazendo algo que quem sabe a dez anos eu não faça. Mas aí já se vai a ideia de mudar e ser sério, porque deixar de ser criança é deixar de apreciar da forma mais pura e sincera tudo que esta vida lhe proporciona, de maneira calma, suave, meio rouca e charmosa.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

"I'll be right beside you dear"


A vontade de me manter quieto torna ao momento que lhe toco. Não por falta de palavras, mas falta de maneiras de demonstrar o quanto és e o quão bem me faz. A angústia de sentir-se distante, e de te sentir distante, é repugnante, corroe, aperta, instiga e remoe. A impressão de não lhe fazer mais tão bem quanto antes, ou de que quando longe lhe faço mais feliz quando perto, de que quando com amigos é bem mais feliz, impressões ou verdades, seja lá o que for, não posso me importar, só tenho de ser eu mesmo, a todo instante, e não querer me mudar, porque se me querer vai me querer do jeito que sou, porque não há motivos pra mudar a essência, o que faz eu ser eu. Lutei tanta pra recuperar isso em você, e agora estou assim... Eu sei que posso, e sei que é apenas questão de tempo pra eu me dar conta e você poder ter certeza, que eu posso sim te fazer muito feliz. Que posso ver todo nosso amor estampado em inúmeros sorrisos, pois o que eu quero é você, só você só pra mim. Não posso te perder, não agora, você me faz feliz, como nunca ninguém me fez. Quero ser a "praga", que vai ter o privilégio de lhe ter, por quantos forem os meses, os anos, as vidas. Me dói saber que noutra vida não serei teu, é engraçado, isso, eu rio sozinho quando penso nisso, mas é legal. Você vicia tanto que os efeitos são incontroláveis, não se tem proporção. Dois meses que literalmente parecem anos. Não que pareça exagero, não, mas que parecem bem mais de apenas dois, isso parece. Quem diria que de um "mero tombo", um amor nasceria, e disso tudo eu te conquistaria, pra vir a ser aquele que em ti confiaria a permissão de deixar-se receber tudo aquilo que melhor posso proporcionar, o que tenho de valioso, que é o carinho, a atenção, o amor. Tantas foram as coisas que já aconteceram, talvez por isso tenha sido tão rápido, e tão intenso tudo. Nada acontece por acaso, o que for pra acontecer irá acontecer, se for pra parecer tão rápido assim algum motivo tem, e espero que seja o melhor para nós. Pretendo já tê-la tirado do buraco, e estar tapando-o, e preparando todo um jardim sobre ele, o jardim que espero ver florido com os melhores sentimentos que se pode ter e querer a alguém que se ama, pois se há uma coisa que me faz sorrir é o motivo pelo qual sorrio, é a felicidade de ter você. Obrigado pelos abraços, pelos beijos, pelos carinhos, pelas palavras, pelo silêncio, obrigado por ter deixado me fazer parte da tua vida, e fazer-se parte da minha, pois se realmente algo é válido pra mim nestes últimos meses, além dos amigos e da família é claro, foi poder ouvir de você, que me ama... um monte.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

*-*


Um laço se firmaria entre dez pessoas, que já acreditavam ter um laço, por mais mísero que fosse. Mal sabiam elas, que aquilo seria apenas o começo. O laço tende a firmar-se ainda mais, e em certos pontos ainda formar nós entre um e outro. Saber que existia um laço forte, como um laço de uma amizade de mais de dez anos é uma coisa, agora ter a certeza que esse laço existe a muito mais tempo, não, não foi um choque porque algo dizia que não seria tão "do nada". Aliás, uma das coisas que se pode ter certeza, é que "nada é do nada". Tudo tem seu por que. Seja um sonho, ou uma "praga", seja um pressentimento ou um simples olhar, um pensamento ou um mero sorrisinho que condiz ao, eu já te conhecia, eu já sabia. Nada paga o que cada um sentiu, nada paga o que cada um deu, ou retribuiu, nada paga um olhar e palavras sinceras. Nada paga um abraço carente, um abraço de medo, ou de desabafo, um abraço de confiança, ou de aposta, um abraço de amor, de amizade, de irmandade. Agora somos como cavalheiros de uma mesma irmandade, um por todos e todos por um, em qualquer circunstância. Expandindo-se e sincronizando, entrando na harmonia que se tem de ter. Deixando que as águas façam o trabalho de levar as impurezas de nosso ser para seus devidos lugares, sejam eles quais forem, bem longe de nós. No olhar puro de uma criança, ou no choro de um amigo, amado ou mais que simplesmente amigo e simplesmente amado, deu-se pra perceber o quão cada um é importante e o quão necessário foi termos nos unido, seja lá pra o que, por nada é que não foi. Firmes sempre, seja o desafio que for, passaremos juntos, sem desistir de nenhum, com Luz e Paz "pequenos" grandes 'in'.

terça-feira, 27 de abril de 2010


"E o que é que acalma a euforia pelo amanhã incerto."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mais um capítulo.


"As vezes os raios do sol ofuscam os olhos de maneira que não enxergamos nada a nossa frente. É quando à frente dos nossos olhos é tomada por uma sombra que nos protege da radiação e nos deixa ver toda a beleza que tem à nossa volta, e em instantes se está apto a agradecer a quem lhe fez ver tudo de uma maneira ainda melhor do que já via porém com dificuldades."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Faz frio na varanda.








- Oi, trouxe cobertores... boa noite.

"Como soa bonito o sinto sua falta, tão bonito, diria, do que um preciso de você, porque precisar é a dependência física, mas o sentir falta, é muito mais que estar de corpo presente, é todo o clima, o ambiente, o sentimento que se tem entorno de quantos forem os corpos que se amam, ou demonstram o mais verdadeiro e puro sentimento que se possa ter."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Saudades


É estranho pensar que se sente falta do que não se tinha mais se queria, sentir falta das 'indiretas' das tensões da madrugada, das indecisões, provocações, dos ciúmes e invejinhas, dos 'nada a ver a gente', saudade de quando se olha querendo sem poder ter, da paixão subentendida, e não recíproca, do tombo repentino, da fala engasgada, do silêncio pelo receio de falar algo que não agradasse, mesmo não ligando pro que fosse ser dito. Saudade, dos shows, da expo, das brincadeiras, dos momentos, dos olhares, da adrenalina de um brinquedo louco, e do teu medo estampado não só na cara mas na força com que segurava minha mão. Saudade de tudo, de ontem, de hoje de amanhã.

vem, dança comigo...


Vem, vem comigo, ser feliz sem olhar pra trás, sem olhar pra frente, apenas feche os olhos e sinta, todo o amor que eu tenho pra te dar. O sol já não trás o calor necessário, o frio já toma conta. Na noite, fria, a saudade era quem batia, e apunhalava o peito num sentimento profundo e intenso, com umas pitadas de tristezas passadas. Palavras escritas, que atenuavam a saudade mas ao mesmo tempo a aguçava ainda mais. Inquieto, pode ser uma das palavras que me definiam no momento, a vontade de largar tudo e ir correndo, tomava conta, a lembrança do teu sorriso, do teu riso, as palavras que escritas foram por você, era o que me bastava, era o que bastava pra saudade, tomar conta totalmente, e eu me por a correr no friozinho da noite as onze horas e vinte e três minutos do dia cinco de abril. O vento frio que me batia na cara me livrava da tristeza que antes passara, por motivos que não me cabem, não tenho nada a ver, mas tinha a tristeza, que passava enquanto correndo e com frio minha cabeça só tinha o trabalho de resgatar as tuas imagens, as nossas, e a tua reação me bastou, a tua corridinha até o portão, e tua cara de criançona foram o suficiente pra eu me apaixonar por você de novo, ontem. Pra mim ter a certeza que realmente não foi a toa que larguei tudo e fui correndo, porque os teus olhos, ah! eles me disseram tudo o que eu precisava. "Você tem meu coração a bater pra você mais uma canção", a nossa canção, que você canta, claro, rs. E a música não para, não pode parar, eu danço no ritmo dela, nós dançamos, toma a minha mão, segure, e venha, venha pro meio do salão, me conceda a dança, a dança do amor, deixa a leveza fluir, o calor nosso sentir, e não querer que a música pare, nunca mais...

"ninguém dirá que é tarde mais... do nosso amor a gente é quem sabe, pequena".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

"Que droga!"


Risos, sorrisos, olhares, beijos, abraços, e o vício aumenta, quando citava você como uma droguinha, não imaginava ficar dependente tão rápido disso tudo, os efeitos são nítidos, e as consequências também, e podem acarretar em consequências drásticas, tanto pra ti quanto pra mim, MAS NÃO NECESSARIAMENTE ruins, pelo contrário, boas, e muito boas. Quero poder te olhar e ver a carência no teu olhar, teu sorriso bobo quando no olho me olha, pois assim sei o que pensas, és transparente, quando não quer ser, quando sorri, teu sentimento pula fora de ti, como reações, como risos, como mordidas, como abraços, como beijinhos de esquimó rs. Ainda olho pra ti com o mesmo olhar de meses atrás, o da "quedinha", o do desejo, o da vontade, o do sonho... que tornou-se realidade. Passei do mero fulano, pro homem extraordinário, e agora o caminho pra achar a tua coisa que sei lá eu o que é, o que lhe desperta a vontade de viver, que olha, me superei, nunca imaginaria ser o que diz que eu seja, mesmo eu com um pé atrás ainda, esperando descer do degrau pra mim dar o último passo e poder te pegar no colo. Sei que diz que eu tenho que pensar em mim, na minha felicidade, mas o primeiro passo pra isso era fazer você voltar a ser a antiga, mesmo eu não a tendo conhecido antes, imagino e vejo agora, que sim, era o que eu imaginava. Espero que continue sendo assim, como está, mágico, irreal e ao mesmo tempo real. E você vai ter que vir roubar o que ainda não é teu, como vem fazendo, mas só roubará por completo se deixar que eu também roube de ti, o que resta, sou extremista nisso, como você, ou tudo, ou nada, meio não existe. Ouvir tua voz, cantandinho, sussurrando, e sorrindo ao mencionar trechos que trocamos por depoimentos ou seja lá por onde, me faz ficar com a tua cara, a de bobo! rs. Atordoado, acho que posso tentar descrever a reação quando o arrepio toma conta do meu corpo quando no pescoço me beija, e quando você me pede pra parar quando retribuo, não nego, que tenha tido algo intenso já, um sentimento se não o amor, algo muito parecido, mas... nunca me senti tão bem, tanto comigo mesmo, quanto com alguém ao meu lado, nunca senti o contato com uma outra pele com tamanha carícia, sutileza, delicadeza...
Você fez eu voltar a sorrir como uma criança... uma criança que ganha um presente no Natal, que esperou durante todo o ano, e acho que meu presente veio bem antes do Natal, ou veio atrasado deste último, você é meu presente. Eu não quero ser blindado, quero poder morrer, pra noutra vida, te ver de novo, bater o olho e pensar, que já te conhecia, e esses momentos voltarem, mesmo que como um simples sorriso estampado no mero ser humano em que depositada estará a minha alma. Não te largo mais, seja da maneira que for, a vida sabe o que faz, se nos perdemos, ainda seremos um só, independente da maneira que for, eu voltando a ser o fulano ou não, não te largo mais, seja do modo que for, a circunstância que for, e repito: "Que seja válido todo o instante, que seja vivido intensamente todo o instante, que seja amável todo o instante, que seja único todo o instante que passarmos juntos, todos os instantes, todos".

peque: "O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem"

Aonde ele nos achou eu não sei, mas se nos descobriu, por nada não foi...

"Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além"

Acho que já disse que odeio Los Hermanos né? HUAHAUH

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

título? sei lá... CREDO (?) HAUHAUHA


"Como disse... é como um conto de fadas, parece ser perfeito, ter tudo pra dar certo, mas como nos contos, tem esses "dragões", esses miseráveis, que não ousam em continuar a atormentar-nos HUAHUA. Perguntas e perguntas e mais perguntas, a todo momento, e todas sem respostas, se pra todas, as tuas cartas respondessem, HAUHAUHA. Acho que venho agindo errado, acho não, tenho quase certeza, de que a cautela pela qual tanto falei em ter, não está sendo devidamente aplicada. Esse meu problema de falar demais, de escrever demais, sem hesitar no que decorrerá, de falar o que vem, ainda me quebra. Por mais bonitinhoS que seja, ou o suficiente pra que "trave tudo", é como uma pedra num lamaçal, é uma "porrada" de sentimentos lançados em algo que não é concreto. Tá não tão exagerado dessa maneira, não uma porrada, não tudo tão expresso, mas é! Talvez seja um ponto a trabalhar, outro a mudar, e mudar de novo, contigo, aprender isso contigo, ser cauteloso, sempre e com tudo. Cautela agora, pra não cair no buraco junto ao tentar puxar. Mas esse agir por impulso, é bom também, se não fosse o impulso muitas coisas não teriam acontecido. Boa parte da galera não conheceria o meu "eu gay", na verdade ele tão aprofundado, porque conhecer... conhecem. HAUAHUA
"Que o tempo seja nosso amigo", seja pra acontecer o que for que seja, e não se jogue, segure no corrimão, e passo por passo, devagar... quem sabe a escada não seja rolante, e nem precise descer, só esperar, posso até me deitar, me cansar, mas vou esperar, só sairei se for contigo, ou se ver que percebeu que esqueceu algo, lá atrás, e teve de subir de novo, mas aí pra não descer mais."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

três pontos


Entrar em 2010 e pensar que este ano seria o do vestiba, foi sossegado, agora, entrar na sala de aula, no segundo dia, e ouvir do "Chefe" que já tem inscrições abertas para vestibular, ali te esperando... foi um baque. É a expectativa de uma vida, saber que tudo está ali nas tuas mãos, e que se não agarrar a chance agora, é um ano, literalmente um ano PERDIDO na tua vida. É pensar que não deveria estar aqui agora, escrevendo neste blog, coisa que a tempos não fazia, e não sei ainda porque estou, sendo que deveria estar lendo, me informando ou retomando conteúdos passados. O frio na barriga, o primeiro dos vários que sentirei até o fim do ano, não pára, a todo momento quando penso que se não passar, já era. É pensar que todo e qualquer prova vai estar f... e que não irei saber responder nenhuma, ou o receio de não conseguir absorver nada do conteúdo deste ano, e ver que todos conseguem. O que resta, é 'tentar' se acalmar, ainda não descobri a maneira, tentar me entreter também de alguma maneira, porque só pensar, e só estudar, não faz bem, e se final de semana não chega pra sair com a galera, o que resta? Já não sou muito de ler, mas terei de me render aos livros, por força maior. Quem sabe pegue o gosto pela leitura. Não vejo a hora de tirar os malditos pontos da cirurgia, e poder voltar a malhar, a correr, a nadar, a jogar como antes... a dar gargalhadas, a fazer caretas e piadas... foi só uma semana, mas que pareceu uma eternidade, se nesta você "sai da sua rotina". Estágios, um de cada vez, paciência, a toda hora, cautela, antes de quase tudo, agora instinto é instantâneo... vai ser umas das regras daqui até o fim do ano. Aproveitar tudo que tem pra ser aproveitado. Até o último dia, último momento, último respiro... último suspiro, na intenção e no pensamento - só pensamento, de que tudo foi aproveitado ao máximo, porque na real, nada é aproveitado ao máximo, sempre se tem mais a aproveitar, pena que se da conta disso depois que já se acabou. Portanto, cada dia na escola, na sala de aula, por mais que seja uma tortura será ainda maior, a dor, da perda de todos aqueles que passam horas do seu precioso dia ao teu lado, seja falando besteiras, seja colaborando pra tua criação moral e sentimental; todo dia em casa, com os pais, que estes posso deixar, se tudo der certo e a minha pessoa passar em algum curso noutro lugar; e aos amigos, a estes que não falarei nada, apenas colocarei significativos três pontos, pois ainda hão como a família, ter muito a me acrescentar até lá, "muito" esse que não sei, e não saberei expressar ...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Deixa eu pintar o meu nariz"

Deixa eu pintar o meu nariz
Ser o palhaço aprendiz
Daquele que diz
Que na vida não é feliz!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O que você faz com quatro reais?


Realmente somos a prova de que dinheiro não é tudo, e que não é ele quem traz felicidade. Todo grupo de pessoas tem os loucos, os doentes, os otários, os sem noção, e cada dia tenho mais a impressão que no nosso, eu sou todos estes juntos, mas não me assusta, eu acho! Porque vamos combinar, até eu achei que me superei a hora que pedi o café com leite cinco e pouco da tarde, com o sol que ainda estava. Que dia! Foi tudo ótimo, perfeito, apesar de tudo que passamos, estivemos sempre juntos, um dando força ao outro na hora difícil da tremedeira das meninas, ou do sentimento ruim da hero sister, e juntos no momento das músicas de igreja, ou cantando "O grande amor da minha vida", seja matando abelhas, seja tendo os momentos gays, os abusos pela minha falta de lábios, ou pela pequena boca da nega do piá da Iraci. Louco (?) se assim tu o dizes para aquela pessoa a qual faz de tudo para ver o riso na cara de quem ama, de quem lhe faz bem, sim sou louco, e o pior deles. Sou louco por tentar fazer do momento, O momento, por tentar aproveitar ao máximo e da melhor maneira possível aqueles minutos, horas, porque não sei se eles serão vividos novamente, não sei, o que me espera e o que te espera, na próxima curva, ou se minha missão será cumprida naquela hora, e aí então não terei mais o porque permanecer aqui, com vocês, e sim ir me preparar para a próxima. E quando voltar, não voltarei com os mesmos amigos, ou sim, mas na incerteza, procuro fazer destes, os de agora, os melhores, como noutra, farei deles os melhores, e assim, até que eu sinta que reencontrei todos, no mar do silêncio dos céus, e lá só as boas lembranças restarão.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


[...] E nós, amigos, somos o maquinista desta montanha russa, quando percebemos que estão lá no alto, paramos as máquinas, e o deixamos lá, lá em cima, pra cima, mesmo agente estando lá embaixo, o que importa é vocês estarem lá em cima, pois é quando nosso sorriso se faz, quando ouvimos os risos de vocês lá de cima é que nos damos conta do quanto a vida é grata, por termos tidos estes passageiros em nossos vagões, nos vagões da nossa vida...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Tudo de volta, de volta!


Parece que tudo voltou ao normal, pelo menos aparentemente, depois de tempos sem escrever, perdi até o tesão por isso aqui, haha! Saudades, um sentimento tão bom e tão ruim ao mesmo tempo. Bom porque você vê quem realmente lhe faz falta, e com isso aprende a valorizar ainda mais o carinho, o amor, enfim o sentimento por aquelas pessoas. Ruim, porque se está tão longe que nem se comunicando se consegue acalmar o pulsar do coração. Tomara que tenha feito tanta falta quanto me fizeram... que tenha feito falta até àquelas pessoas que eu sonho não terem sentido falta. Tá é engraçado, quando se fica surpreso quando um pvt brota do nada e se é a pessoa que se está esperando, ou quando é a última pessoa que imagine que fosse, emoções diferentes, de um mesmo momento. Emoção, tá aí outro sentimento, bom e ruim. Porque é um sentimento que pode te levar do céu ao inferno, dependendo do momento e de onde estiver, é tudo muito relativo, pois emotivo se deve ser com quem se é emotivo, porque se não você se passa por louco, porque algué que não é emotivo não vai lhe entender. Seja emotivo, com quem te fez falta! É, realmente senti falta daqui, de casa, da cidade, e claro, principalmente, dos amigos. Não vejo a hora de revê-los e olhar nos olhos de cada um e ver neles aquilo o que senti falta por duas semanas. Espero poder continuar sendo o palhaço de sempre, o amigo de sempre, o conselheiro de sempre, o festeiro de sempre, o bobo de sempre, o irmão de sempre... pra poder fazê-los felizes como eles me fazem. É, não adianta, é assim que fico feliz, é assim que sou feliz, vendo quem eu gosto, quem amo, feliz, é deixando o "outro" feliz, que eu fico feliz. Sou sempre meu segundo plano. E não adianta isso não muda, já tentei, sério, mas não adianta, começou da mesma maneira de sempre, acabou da mesma maneira de sempre, tudo de volta, já tirei de letra. Sempre aconselho a ser de certa maneira egoísta, mas entra a velha e verdadeira frase, "faça o que falo, mas não faça o que eu faço". Nada paga um olhar "inocente" rs, um olhar verdadeiro, seja do que for, de agradecimento, de carência, de amor, de amizade, um olhar de riso. Ou mesmo um olhar triste, que clama por ajuda pra ti, pois sabe que de ti virá algo motivador, que lhe fará reanimar pra vida, que lhe ajudará. E não agradeça pela ajuda, mas sim peça, peça pra que a pessoa que te ajudou, pra que ela de perto de ti não saia, porque você sabe, que ela estará sempre quando cair, estará lá sempre que te derem uma rasteira, e está será a primeira a lhe estender a mão, e te puxar, a te pôr no colo, e limpar teus ferimentos, sejam graves ou não, será a primeira pessoa que lhe, ao menos, tentará fazer os curativos, para que estes se fechem e não abram jamais. Deixe ser ajudado, pra você também ajudar. E saiba, que se alguém lhe ajuda, é porque de alguma maneira, te ama, e se te ama, seja de que maneira for, é porque mereces, e se mereces ser amado, com certeza, é merecedora o bastante de qualquer ajuda que for, pois não se ama à toa. Cada um com seus amores, e eu com meu amor maior, o amor maior que eu, seja ela tendo um metro e noventa, ou não. HAHA