quinta-feira, 22 de abril de 2010


"Como soa bonito o sinto sua falta, tão bonito, diria, do que um preciso de você, porque precisar é a dependência física, mas o sentir falta, é muito mais que estar de corpo presente, é todo o clima, o ambiente, o sentimento que se tem entorno de quantos forem os corpos que se amam, ou demonstram o mais verdadeiro e puro sentimento que se possa ter."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Saudades


É estranho pensar que se sente falta do que não se tinha mais se queria, sentir falta das 'indiretas' das tensões da madrugada, das indecisões, provocações, dos ciúmes e invejinhas, dos 'nada a ver a gente', saudade de quando se olha querendo sem poder ter, da paixão subentendida, e não recíproca, do tombo repentino, da fala engasgada, do silêncio pelo receio de falar algo que não agradasse, mesmo não ligando pro que fosse ser dito. Saudade, dos shows, da expo, das brincadeiras, dos momentos, dos olhares, da adrenalina de um brinquedo louco, e do teu medo estampado não só na cara mas na força com que segurava minha mão. Saudade de tudo, de ontem, de hoje de amanhã.

vem, dança comigo...


Vem, vem comigo, ser feliz sem olhar pra trás, sem olhar pra frente, apenas feche os olhos e sinta, todo o amor que eu tenho pra te dar. O sol já não trás o calor necessário, o frio já toma conta. Na noite, fria, a saudade era quem batia, e apunhalava o peito num sentimento profundo e intenso, com umas pitadas de tristezas passadas. Palavras escritas, que atenuavam a saudade mas ao mesmo tempo a aguçava ainda mais. Inquieto, pode ser uma das palavras que me definiam no momento, a vontade de largar tudo e ir correndo, tomava conta, a lembrança do teu sorriso, do teu riso, as palavras que escritas foram por você, era o que me bastava, era o que bastava pra saudade, tomar conta totalmente, e eu me por a correr no friozinho da noite as onze horas e vinte e três minutos do dia cinco de abril. O vento frio que me batia na cara me livrava da tristeza que antes passara, por motivos que não me cabem, não tenho nada a ver, mas tinha a tristeza, que passava enquanto correndo e com frio minha cabeça só tinha o trabalho de resgatar as tuas imagens, as nossas, e a tua reação me bastou, a tua corridinha até o portão, e tua cara de criançona foram o suficiente pra eu me apaixonar por você de novo, ontem. Pra mim ter a certeza que realmente não foi a toa que larguei tudo e fui correndo, porque os teus olhos, ah! eles me disseram tudo o que eu precisava. "Você tem meu coração a bater pra você mais uma canção", a nossa canção, que você canta, claro, rs. E a música não para, não pode parar, eu danço no ritmo dela, nós dançamos, toma a minha mão, segure, e venha, venha pro meio do salão, me conceda a dança, a dança do amor, deixa a leveza fluir, o calor nosso sentir, e não querer que a música pare, nunca mais...

"ninguém dirá que é tarde mais... do nosso amor a gente é quem sabe, pequena".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

"Que droga!"


Risos, sorrisos, olhares, beijos, abraços, e o vício aumenta, quando citava você como uma droguinha, não imaginava ficar dependente tão rápido disso tudo, os efeitos são nítidos, e as consequências também, e podem acarretar em consequências drásticas, tanto pra ti quanto pra mim, MAS NÃO NECESSARIAMENTE ruins, pelo contrário, boas, e muito boas. Quero poder te olhar e ver a carência no teu olhar, teu sorriso bobo quando no olho me olha, pois assim sei o que pensas, és transparente, quando não quer ser, quando sorri, teu sentimento pula fora de ti, como reações, como risos, como mordidas, como abraços, como beijinhos de esquimó rs. Ainda olho pra ti com o mesmo olhar de meses atrás, o da "quedinha", o do desejo, o da vontade, o do sonho... que tornou-se realidade. Passei do mero fulano, pro homem extraordinário, e agora o caminho pra achar a tua coisa que sei lá eu o que é, o que lhe desperta a vontade de viver, que olha, me superei, nunca imaginaria ser o que diz que eu seja, mesmo eu com um pé atrás ainda, esperando descer do degrau pra mim dar o último passo e poder te pegar no colo. Sei que diz que eu tenho que pensar em mim, na minha felicidade, mas o primeiro passo pra isso era fazer você voltar a ser a antiga, mesmo eu não a tendo conhecido antes, imagino e vejo agora, que sim, era o que eu imaginava. Espero que continue sendo assim, como está, mágico, irreal e ao mesmo tempo real. E você vai ter que vir roubar o que ainda não é teu, como vem fazendo, mas só roubará por completo se deixar que eu também roube de ti, o que resta, sou extremista nisso, como você, ou tudo, ou nada, meio não existe. Ouvir tua voz, cantandinho, sussurrando, e sorrindo ao mencionar trechos que trocamos por depoimentos ou seja lá por onde, me faz ficar com a tua cara, a de bobo! rs. Atordoado, acho que posso tentar descrever a reação quando o arrepio toma conta do meu corpo quando no pescoço me beija, e quando você me pede pra parar quando retribuo, não nego, que tenha tido algo intenso já, um sentimento se não o amor, algo muito parecido, mas... nunca me senti tão bem, tanto comigo mesmo, quanto com alguém ao meu lado, nunca senti o contato com uma outra pele com tamanha carícia, sutileza, delicadeza...
Você fez eu voltar a sorrir como uma criança... uma criança que ganha um presente no Natal, que esperou durante todo o ano, e acho que meu presente veio bem antes do Natal, ou veio atrasado deste último, você é meu presente. Eu não quero ser blindado, quero poder morrer, pra noutra vida, te ver de novo, bater o olho e pensar, que já te conhecia, e esses momentos voltarem, mesmo que como um simples sorriso estampado no mero ser humano em que depositada estará a minha alma. Não te largo mais, seja da maneira que for, a vida sabe o que faz, se nos perdemos, ainda seremos um só, independente da maneira que for, eu voltando a ser o fulano ou não, não te largo mais, seja do modo que for, a circunstância que for, e repito: "Que seja válido todo o instante, que seja vivido intensamente todo o instante, que seja amável todo o instante, que seja único todo o instante que passarmos juntos, todos os instantes, todos".

peque: "O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem"

Aonde ele nos achou eu não sei, mas se nos descobriu, por nada não foi...

"Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além"

Acho que já disse que odeio Los Hermanos né? HUAHAUH

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

título? sei lá... CREDO (?) HAUHAUHA


"Como disse... é como um conto de fadas, parece ser perfeito, ter tudo pra dar certo, mas como nos contos, tem esses "dragões", esses miseráveis, que não ousam em continuar a atormentar-nos HUAHUA. Perguntas e perguntas e mais perguntas, a todo momento, e todas sem respostas, se pra todas, as tuas cartas respondessem, HAUHAUHA. Acho que venho agindo errado, acho não, tenho quase certeza, de que a cautela pela qual tanto falei em ter, não está sendo devidamente aplicada. Esse meu problema de falar demais, de escrever demais, sem hesitar no que decorrerá, de falar o que vem, ainda me quebra. Por mais bonitinhoS que seja, ou o suficiente pra que "trave tudo", é como uma pedra num lamaçal, é uma "porrada" de sentimentos lançados em algo que não é concreto. Tá não tão exagerado dessa maneira, não uma porrada, não tudo tão expresso, mas é! Talvez seja um ponto a trabalhar, outro a mudar, e mudar de novo, contigo, aprender isso contigo, ser cauteloso, sempre e com tudo. Cautela agora, pra não cair no buraco junto ao tentar puxar. Mas esse agir por impulso, é bom também, se não fosse o impulso muitas coisas não teriam acontecido. Boa parte da galera não conheceria o meu "eu gay", na verdade ele tão aprofundado, porque conhecer... conhecem. HAUAHUA
"Que o tempo seja nosso amigo", seja pra acontecer o que for que seja, e não se jogue, segure no corrimão, e passo por passo, devagar... quem sabe a escada não seja rolante, e nem precise descer, só esperar, posso até me deitar, me cansar, mas vou esperar, só sairei se for contigo, ou se ver que percebeu que esqueceu algo, lá atrás, e teve de subir de novo, mas aí pra não descer mais."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

três pontos


Entrar em 2010 e pensar que este ano seria o do vestiba, foi sossegado, agora, entrar na sala de aula, no segundo dia, e ouvir do "Chefe" que já tem inscrições abertas para vestibular, ali te esperando... foi um baque. É a expectativa de uma vida, saber que tudo está ali nas tuas mãos, e que se não agarrar a chance agora, é um ano, literalmente um ano PERDIDO na tua vida. É pensar que não deveria estar aqui agora, escrevendo neste blog, coisa que a tempos não fazia, e não sei ainda porque estou, sendo que deveria estar lendo, me informando ou retomando conteúdos passados. O frio na barriga, o primeiro dos vários que sentirei até o fim do ano, não pára, a todo momento quando penso que se não passar, já era. É pensar que todo e qualquer prova vai estar f... e que não irei saber responder nenhuma, ou o receio de não conseguir absorver nada do conteúdo deste ano, e ver que todos conseguem. O que resta, é 'tentar' se acalmar, ainda não descobri a maneira, tentar me entreter também de alguma maneira, porque só pensar, e só estudar, não faz bem, e se final de semana não chega pra sair com a galera, o que resta? Já não sou muito de ler, mas terei de me render aos livros, por força maior. Quem sabe pegue o gosto pela leitura. Não vejo a hora de tirar os malditos pontos da cirurgia, e poder voltar a malhar, a correr, a nadar, a jogar como antes... a dar gargalhadas, a fazer caretas e piadas... foi só uma semana, mas que pareceu uma eternidade, se nesta você "sai da sua rotina". Estágios, um de cada vez, paciência, a toda hora, cautela, antes de quase tudo, agora instinto é instantâneo... vai ser umas das regras daqui até o fim do ano. Aproveitar tudo que tem pra ser aproveitado. Até o último dia, último momento, último respiro... último suspiro, na intenção e no pensamento - só pensamento, de que tudo foi aproveitado ao máximo, porque na real, nada é aproveitado ao máximo, sempre se tem mais a aproveitar, pena que se da conta disso depois que já se acabou. Portanto, cada dia na escola, na sala de aula, por mais que seja uma tortura será ainda maior, a dor, da perda de todos aqueles que passam horas do seu precioso dia ao teu lado, seja falando besteiras, seja colaborando pra tua criação moral e sentimental; todo dia em casa, com os pais, que estes posso deixar, se tudo der certo e a minha pessoa passar em algum curso noutro lugar; e aos amigos, a estes que não falarei nada, apenas colocarei significativos três pontos, pois ainda hão como a família, ter muito a me acrescentar até lá, "muito" esse que não sei, e não saberei expressar ...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Deixa eu pintar o meu nariz"

Deixa eu pintar o meu nariz
Ser o palhaço aprendiz
Daquele que diz
Que na vida não é feliz!