quarta-feira, 5 de maio de 2010

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Um laço se firmaria entre dez pessoas, que já acreditavam ter um laço, por mais mísero que fosse. Mal sabiam elas, que aquilo seria apenas o começo. O laço tende a firmar-se ainda mais, e em certos pontos ainda formar nós entre um e outro. Saber que existia um laço forte, como um laço de uma amizade de mais de dez anos é uma coisa, agora ter a certeza que esse laço existe a muito mais tempo, não, não foi um choque porque algo dizia que não seria tão "do nada". Aliás, uma das coisas que se pode ter certeza, é que "nada é do nada". Tudo tem seu por que. Seja um sonho, ou uma "praga", seja um pressentimento ou um simples olhar, um pensamento ou um mero sorrisinho que condiz ao, eu já te conhecia, eu já sabia. Nada paga o que cada um sentiu, nada paga o que cada um deu, ou retribuiu, nada paga um olhar e palavras sinceras. Nada paga um abraço carente, um abraço de medo, ou de desabafo, um abraço de confiança, ou de aposta, um abraço de amor, de amizade, de irmandade. Agora somos como cavalheiros de uma mesma irmandade, um por todos e todos por um, em qualquer circunstância. Expandindo-se e sincronizando, entrando na harmonia que se tem de ter. Deixando que as águas façam o trabalho de levar as impurezas de nosso ser para seus devidos lugares, sejam eles quais forem, bem longe de nós. No olhar puro de uma criança, ou no choro de um amigo, amado ou mais que simplesmente amigo e simplesmente amado, deu-se pra perceber o quão cada um é importante e o quão necessário foi termos nos unido, seja lá pra o que, por nada é que não foi. Firmes sempre, seja o desafio que for, passaremos juntos, sem desistir de nenhum, com Luz e Paz "pequenos" grandes 'in'.

terça-feira, 27 de abril de 2010


"E o que é que acalma a euforia pelo amanhã incerto."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mais um capítulo.


"As vezes os raios do sol ofuscam os olhos de maneira que não enxergamos nada a nossa frente. É quando à frente dos nossos olhos é tomada por uma sombra que nos protege da radiação e nos deixa ver toda a beleza que tem à nossa volta, e em instantes se está apto a agradecer a quem lhe fez ver tudo de uma maneira ainda melhor do que já via porém com dificuldades."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Faz frio na varanda.








- Oi, trouxe cobertores... boa noite.

"Como soa bonito o sinto sua falta, tão bonito, diria, do que um preciso de você, porque precisar é a dependência física, mas o sentir falta, é muito mais que estar de corpo presente, é todo o clima, o ambiente, o sentimento que se tem entorno de quantos forem os corpos que se amam, ou demonstram o mais verdadeiro e puro sentimento que se possa ter."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Saudades


É estranho pensar que se sente falta do que não se tinha mais se queria, sentir falta das 'indiretas' das tensões da madrugada, das indecisões, provocações, dos ciúmes e invejinhas, dos 'nada a ver a gente', saudade de quando se olha querendo sem poder ter, da paixão subentendida, e não recíproca, do tombo repentino, da fala engasgada, do silêncio pelo receio de falar algo que não agradasse, mesmo não ligando pro que fosse ser dito. Saudade, dos shows, da expo, das brincadeiras, dos momentos, dos olhares, da adrenalina de um brinquedo louco, e do teu medo estampado não só na cara mas na força com que segurava minha mão. Saudade de tudo, de ontem, de hoje de amanhã.

vem, dança comigo...


Vem, vem comigo, ser feliz sem olhar pra trás, sem olhar pra frente, apenas feche os olhos e sinta, todo o amor que eu tenho pra te dar. O sol já não trás o calor necessário, o frio já toma conta. Na noite, fria, a saudade era quem batia, e apunhalava o peito num sentimento profundo e intenso, com umas pitadas de tristezas passadas. Palavras escritas, que atenuavam a saudade mas ao mesmo tempo a aguçava ainda mais. Inquieto, pode ser uma das palavras que me definiam no momento, a vontade de largar tudo e ir correndo, tomava conta, a lembrança do teu sorriso, do teu riso, as palavras que escritas foram por você, era o que me bastava, era o que bastava pra saudade, tomar conta totalmente, e eu me por a correr no friozinho da noite as onze horas e vinte e três minutos do dia cinco de abril. O vento frio que me batia na cara me livrava da tristeza que antes passara, por motivos que não me cabem, não tenho nada a ver, mas tinha a tristeza, que passava enquanto correndo e com frio minha cabeça só tinha o trabalho de resgatar as tuas imagens, as nossas, e a tua reação me bastou, a tua corridinha até o portão, e tua cara de criançona foram o suficiente pra eu me apaixonar por você de novo, ontem. Pra mim ter a certeza que realmente não foi a toa que larguei tudo e fui correndo, porque os teus olhos, ah! eles me disseram tudo o que eu precisava. "Você tem meu coração a bater pra você mais uma canção", a nossa canção, que você canta, claro, rs. E a música não para, não pode parar, eu danço no ritmo dela, nós dançamos, toma a minha mão, segure, e venha, venha pro meio do salão, me conceda a dança, a dança do amor, deixa a leveza fluir, o calor nosso sentir, e não querer que a música pare, nunca mais...

"ninguém dirá que é tarde mais... do nosso amor a gente é quem sabe, pequena".