terça-feira, 27 de abril de 2010


"E o que é que acalma a euforia pelo amanhã incerto."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mais um capítulo.


"As vezes os raios do sol ofuscam os olhos de maneira que não enxergamos nada a nossa frente. É quando à frente dos nossos olhos é tomada por uma sombra que nos protege da radiação e nos deixa ver toda a beleza que tem à nossa volta, e em instantes se está apto a agradecer a quem lhe fez ver tudo de uma maneira ainda melhor do que já via porém com dificuldades."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Faz frio na varanda.








- Oi, trouxe cobertores... boa noite.

"Como soa bonito o sinto sua falta, tão bonito, diria, do que um preciso de você, porque precisar é a dependência física, mas o sentir falta, é muito mais que estar de corpo presente, é todo o clima, o ambiente, o sentimento que se tem entorno de quantos forem os corpos que se amam, ou demonstram o mais verdadeiro e puro sentimento que se possa ter."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Saudades


É estranho pensar que se sente falta do que não se tinha mais se queria, sentir falta das 'indiretas' das tensões da madrugada, das indecisões, provocações, dos ciúmes e invejinhas, dos 'nada a ver a gente', saudade de quando se olha querendo sem poder ter, da paixão subentendida, e não recíproca, do tombo repentino, da fala engasgada, do silêncio pelo receio de falar algo que não agradasse, mesmo não ligando pro que fosse ser dito. Saudade, dos shows, da expo, das brincadeiras, dos momentos, dos olhares, da adrenalina de um brinquedo louco, e do teu medo estampado não só na cara mas na força com que segurava minha mão. Saudade de tudo, de ontem, de hoje de amanhã.

vem, dança comigo...


Vem, vem comigo, ser feliz sem olhar pra trás, sem olhar pra frente, apenas feche os olhos e sinta, todo o amor que eu tenho pra te dar. O sol já não trás o calor necessário, o frio já toma conta. Na noite, fria, a saudade era quem batia, e apunhalava o peito num sentimento profundo e intenso, com umas pitadas de tristezas passadas. Palavras escritas, que atenuavam a saudade mas ao mesmo tempo a aguçava ainda mais. Inquieto, pode ser uma das palavras que me definiam no momento, a vontade de largar tudo e ir correndo, tomava conta, a lembrança do teu sorriso, do teu riso, as palavras que escritas foram por você, era o que me bastava, era o que bastava pra saudade, tomar conta totalmente, e eu me por a correr no friozinho da noite as onze horas e vinte e três minutos do dia cinco de abril. O vento frio que me batia na cara me livrava da tristeza que antes passara, por motivos que não me cabem, não tenho nada a ver, mas tinha a tristeza, que passava enquanto correndo e com frio minha cabeça só tinha o trabalho de resgatar as tuas imagens, as nossas, e a tua reação me bastou, a tua corridinha até o portão, e tua cara de criançona foram o suficiente pra eu me apaixonar por você de novo, ontem. Pra mim ter a certeza que realmente não foi a toa que larguei tudo e fui correndo, porque os teus olhos, ah! eles me disseram tudo o que eu precisava. "Você tem meu coração a bater pra você mais uma canção", a nossa canção, que você canta, claro, rs. E a música não para, não pode parar, eu danço no ritmo dela, nós dançamos, toma a minha mão, segure, e venha, venha pro meio do salão, me conceda a dança, a dança do amor, deixa a leveza fluir, o calor nosso sentir, e não querer que a música pare, nunca mais...

"ninguém dirá que é tarde mais... do nosso amor a gente é quem sabe, pequena".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

"Que droga!"


Risos, sorrisos, olhares, beijos, abraços, e o vício aumenta, quando citava você como uma droguinha, não imaginava ficar dependente tão rápido disso tudo, os efeitos são nítidos, e as consequências também, e podem acarretar em consequências drásticas, tanto pra ti quanto pra mim, MAS NÃO NECESSARIAMENTE ruins, pelo contrário, boas, e muito boas. Quero poder te olhar e ver a carência no teu olhar, teu sorriso bobo quando no olho me olha, pois assim sei o que pensas, és transparente, quando não quer ser, quando sorri, teu sentimento pula fora de ti, como reações, como risos, como mordidas, como abraços, como beijinhos de esquimó rs. Ainda olho pra ti com o mesmo olhar de meses atrás, o da "quedinha", o do desejo, o da vontade, o do sonho... que tornou-se realidade. Passei do mero fulano, pro homem extraordinário, e agora o caminho pra achar a tua coisa que sei lá eu o que é, o que lhe desperta a vontade de viver, que olha, me superei, nunca imaginaria ser o que diz que eu seja, mesmo eu com um pé atrás ainda, esperando descer do degrau pra mim dar o último passo e poder te pegar no colo. Sei que diz que eu tenho que pensar em mim, na minha felicidade, mas o primeiro passo pra isso era fazer você voltar a ser a antiga, mesmo eu não a tendo conhecido antes, imagino e vejo agora, que sim, era o que eu imaginava. Espero que continue sendo assim, como está, mágico, irreal e ao mesmo tempo real. E você vai ter que vir roubar o que ainda não é teu, como vem fazendo, mas só roubará por completo se deixar que eu também roube de ti, o que resta, sou extremista nisso, como você, ou tudo, ou nada, meio não existe. Ouvir tua voz, cantandinho, sussurrando, e sorrindo ao mencionar trechos que trocamos por depoimentos ou seja lá por onde, me faz ficar com a tua cara, a de bobo! rs. Atordoado, acho que posso tentar descrever a reação quando o arrepio toma conta do meu corpo quando no pescoço me beija, e quando você me pede pra parar quando retribuo, não nego, que tenha tido algo intenso já, um sentimento se não o amor, algo muito parecido, mas... nunca me senti tão bem, tanto comigo mesmo, quanto com alguém ao meu lado, nunca senti o contato com uma outra pele com tamanha carícia, sutileza, delicadeza...
Você fez eu voltar a sorrir como uma criança... uma criança que ganha um presente no Natal, que esperou durante todo o ano, e acho que meu presente veio bem antes do Natal, ou veio atrasado deste último, você é meu presente. Eu não quero ser blindado, quero poder morrer, pra noutra vida, te ver de novo, bater o olho e pensar, que já te conhecia, e esses momentos voltarem, mesmo que como um simples sorriso estampado no mero ser humano em que depositada estará a minha alma. Não te largo mais, seja da maneira que for, a vida sabe o que faz, se nos perdemos, ainda seremos um só, independente da maneira que for, eu voltando a ser o fulano ou não, não te largo mais, seja do modo que for, a circunstância que for, e repito: "Que seja válido todo o instante, que seja vivido intensamente todo o instante, que seja amável todo o instante, que seja único todo o instante que passarmos juntos, todos os instantes, todos".

peque: "O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem"

Aonde ele nos achou eu não sei, mas se nos descobriu, por nada não foi...

"Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além"

Acho que já disse que odeio Los Hermanos né? HUAHAUH