Fazia algum tempo que não postava, o tempo já se esgotava antes mesmo de pensar em escrever algo. Mas confesso, me faltavam palavras vezenquando. Mas creio que voltarei a postar, quase ninguém vê também, mas nem ligo, não escrevo para os outros, escrevo pra mim. Então... é isso aí.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Um esforço.
Fazia algum tempo que não postava, o tempo já se esgotava antes mesmo de pensar em escrever algo. Mas confesso, me faltavam palavras vezenquando. Mas creio que voltarei a postar, quase ninguém vê também, mas nem ligo, não escrevo para os outros, escrevo pra mim. Então... é isso aí.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
#7

Há quase oito meses vivia na ansiedade de "vê-la" descendo as escadas que trariam você até mim, hoje tento arrancar os degraus para que você não corra o risco de subi-los novamente. Eu sei que já tenho um espaço na tua história, tem um pouquinho de Jefe, dentro de você, talvez não o melhor de mim, mas um pouco da chatice.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
sorriso.

Não lembro se vi, ouvi ou li, que quando se quer carinho, tem que dar, e em dobro. Dar sem querer ter de volta, sem querer receber, até porque muitas vezes não haverá retorno. Mas se dá, voluntariamente, pois é quando menos se espera, que se recebe. Não sei se pelo fato de ter sido ignorado sem perceber, e sem querer por mais de uma vez, que to infelizmente, começando a acostumar. Não que seja algo pra se acostumar, mas, tá, não digo que não ligo, porque ligo, e muito, mas passa depois de uns goles e risos. Ver-te a uns metros e ser olhado mas não visto, como um fulano de tal, e receber o sorrisinho que antes eu recebia, foi bom, mas dolorido em partes. Por momentos, não todos, queria o "beijinho", mas fiquei na ânsia de tê-lo. Fiquei bem. Sei que passo por isso todos os dias. Pois em todos, os quero, mas não os tenho, mas te vendo ali perto, me aguça mais. Ou ter que pedir licença pelo teu nome, porque não me via querendo passar, e nem reparou que o mencionei. Em volta de uma mesa de sinuca, a jogar poker, senti novamente a falta da presença, as respectivas ao lado dos seus, e eu nem um sussurro de "tongo". Mas me enchi de você, quando encontrei o teu olhar e te vi sorrir, mesmo sendo um fechado, senti que era realmente pra mim, Jeferson. É, e eu te conheço sim, o suficiente, ou pouco mais já. Teu sorriso, já não me mente mais.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
há momentos...

Há momentos para beijos, há momentos para abraços, há momentos para choros e risos, brigas e amassos, sonhos e saudades, há momentos para amar e ser amado. Há momentos que voltam, há momentos que nunca mais, há momentos tristes, há momentos felizes, há momentos marcantes e aqueles que teriam sido melhor se não tivessem ocorrido. Há momentos que não são aproveitados, e se deixa passar. Há momentos em que não se consegue falar e se prefere escrever, para se caso esquecer, entre as linhas ao menos, faltariam poucas coisas, do que olho no olho, onde as palavras somem. Há momentos que tenho vontade de acabar com tudo, por medo. Mas há momentos que a felicidade me toma e me consome, momentos esses, quando a tua imagem me vem, ou quando o brilho dos teus olhos ofuscam os meus, que tímidos, escondem as lágrimas que se formam. Há momentos que tem de ser aproveitados enquanto se tem a certeza de que existirão...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
É.
Alguns pensamentos afloram quando se chega em casa, o "tudo de novo", "rotina". Volto desses dias longe daqui, com um pensamento diferente. Alguns mudaram por realmente esses dias terem aquietado a ansiedade e a exaustão de até então. Outros vieram pelo visita e pelo bem-estar familiar. Outros ainda, com palavras ditas, escritas, lidas. Ver o mundo da maneira que se quer que seja. Ter o poder nas mãos. É, as palavras deste e de outros e-mails me fizeram ver o tanto que eu tenho ainda pra ajudar, aos outros e a mim. Ser mais otimista, pensamentos positivos, o querer e o poder, o lutar, tem de andar juntos. Se uma vez isso e aquilo eram sonhos, trabalhar para torná-los realidade. Por na cabeça que realmente consigo o que quero, o que almejo. Seja profissionalmente, seja pessoalmente, seja nos estudos, seja no amor, seja na vida. Chega de querer achar desculpas pra algo que não volta mais, começar a impor ao eu interior, que sou bem melhor do que o que me incomoda. Se as barreiras que foram criadas e não podem ser destruídas, sejam apenas obstáculos de uma prova de cem metros com barreiras, e que todas elas eu conseguirei pular e bater o record no tempo (ã? enfim...). Não é tarde coisa nenhuma pensar nisso tudo só agora, nesse início de segundo semestre, tarde seria se me tocasse de que deixei passar as oportunidades, e mesmo assim, não seria tarde, porque pra nada é tarde, tudo vem na sua hora certa. E a hora é agora. Começar a praticar, o "não deixe pra amanhã o que se pode fazer hoje". É as coisas estão com ares de mudança, espero que mude, e não passe de palavras, tenho esse receio, mas não posso pensar nele, pois estaria sendo pessimista, e essa palavra já não pode mais estar ao meu lado, que fique pra trás, bem pra trás. E que fique o bom, o que tem de ficar. A peneira, começa a chacoalhar.
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