quinta-feira, 14 de outubro de 2010









Com aquele riso na imensidão, é o teu suspiro que me afoga e me faz perder os sentidos, aqueles mesmos que me fizeram chegar até você.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Um esforço.







Fazia algum tempo que não postava, o tempo já se esgotava antes mesmo de pensar em escrever algo. Mas confesso, me faltavam palavras vezenquando. Mas creio que voltarei a postar, quase ninguém vê também, mas nem ligo, não escrevo para os outros, escrevo pra mim. Então... é isso aí.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

talvez com começo, mas sem ...


"as nossas chaves abrirão a mesma porta" (Sara)

#7


Há quase oito meses vivia na ansiedade de "vê-la" descendo as escadas que trariam você até mim, hoje tento arrancar os degraus para que você não corra o risco de subi-los novamente. Eu sei que já tenho um espaço na tua história, tem um pouquinho de Jefe, dentro de você, talvez não o melhor de mim, mas um pouco da chatice.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

#6



"E você não sai do meu pensamento
E eu me questiono aqui se isso é normal."

domingo, 15 de agosto de 2010

sorriso.


Não lembro se vi, ouvi ou li, que quando se quer carinho, tem que dar, e em dobro. Dar sem querer ter de volta, sem querer receber, até porque muitas vezes não haverá retorno. Mas se dá, voluntariamente, pois é quando menos se espera, que se recebe. Não sei se pelo fato de ter sido ignorado sem perceber, e sem querer por mais de uma vez, que to infelizmente, começando a acostumar. Não que seja algo pra se acostumar, mas, tá, não digo que não ligo, porque ligo, e muito, mas passa depois de uns goles e risos. Ver-te a uns metros e ser olhado mas não visto, como um fulano de tal, e receber o sorrisinho que antes eu recebia, foi bom, mas dolorido em partes. Por momentos, não todos, queria o "beijinho", mas fiquei na ânsia de tê-lo. Fiquei bem. Sei que passo por isso todos os dias. Pois em todos, os quero, mas não os tenho, mas te vendo ali perto, me aguça mais. Ou ter que pedir licença pelo teu nome, porque não me via querendo passar, e nem reparou que o mencionei. Em volta de uma mesa de sinuca, a jogar poker, senti novamente a falta da presença, as respectivas ao lado dos seus, e eu nem um sussurro de "tongo". Mas me enchi de você, quando encontrei o teu olhar e te vi sorrir, mesmo sendo um fechado, senti que era realmente pra mim, Jeferson. É, e eu te conheço sim, o suficiente, ou pouco mais já. Teu sorriso, já não me mente mais.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

há momentos...


Há momentos para beijos, há momentos para abraços, há momentos para choros e risos, brigas e amassos, sonhos e saudades, há momentos para amar e ser amado. Há momentos que voltam, há momentos que nunca mais, há momentos tristes, há momentos felizes, há momentos marcantes e aqueles que teriam sido melhor se não tivessem ocorrido. Há momentos que não são aproveitados, e se deixa passar. Há momentos em que não se consegue falar e se prefere escrever, para se caso esquecer, entre as linhas ao menos, faltariam poucas coisas, do que olho no olho, onde as palavras somem. Há momentos que tenho vontade de acabar com tudo, por medo. Mas há momentos que a felicidade me toma e me consome, momentos esses, quando a tua imagem me vem, ou quando o brilho dos teus olhos ofuscam os meus, que tímidos, escondem as lágrimas que se formam. Há momentos que tem de ser aproveitados enquanto se tem a certeza de que existirão...