sexta-feira, 6 de maio de 2011

#1.2


Tantos meses se passaram desde aquela tarde de sábado.
Aquele pedido que tanto passava pela cabeça durante meses atrás, quando nem era tão notado assim. Aquele pedido que hoje é tido, muitas vezes, como "brega".
É, já conclui que sou brega, talvez de uma geração passada, que pensa sim, em abrir a porta, ou manda flores, num dia qualquer (ainda farei, aguarde...).
A mesma ansiedade, a mesma brisa, ainda passa por dentro de mim, arrepiando-me por inteiro, ao ter na mente, o calor daquele abraço e a lembrança do sincero sorriso seguido de um longo e suavo "sim".
As pálpebras encheram-se pois, de água, lágrimas no caso, que permaneceram ali, estancadas lutando pra não cair.
A chamada felicidade incandescente, que transmutara, ligeiramente o arrepio em calor, e sobre aos lábios que tocaram aqueles que por tanto foram sonhados e enfim, consumou-se o desejo de tê-la como minha namorada.
Assim como você sinto-me seguro, mas por saber como é um bom tempo de namoro, e que se não bem encaminhado, tudo vai por água a baixo, tem-se de cultivar algumas coisas básicas, e assim temos feito.
Feliz por saber reconhecer meus erros de antes e pensar bem antes e não mais cometê-los.
Fotos, lembranças, o parar, fechar os olhos e relembrar as cenas, me faz reviver sentimentos que me enchem de adrenalina e aquela incerteza gostosa misturada com ansiedade e desejos, vontades.
Que possamos ter no decorrer dos meses os risos não parem de aparecer a cada palavra de carinho trocada e que as bochechas aguentem a "dor" dos sorrisos constantes.
Que os olhos encham-se de brilho a cada roupinha ou foto de pequenos e que flutuem nossos pensamentos, juntos.
Que todo esse tempo esteja sendo especial e que prevaleça o pensamento de que independente do que já se passou, nunca nem chegou perto de ser o que tem sido e o quanto você me faz bem, meu bem.
Que felicidades foram compartilhadas, mas sinceras assim, não, não mesmo, morena. Parabéns e não esqueça, eu a amo, muito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário